Explorando

In: Fotografia

22 ago 2010

Nada melhor do que sair por aí para descobrir os lugares lindos que nos cercam.  Um velho hábito foi reavivado hoje, e acabou me conduzindo para uma praia que, acredito, deva ser pouco frequentada. Seguem algumas fotos, que registraram nossa passagem por lá. Mas a mim foi pedido para que não divulgasse o local exato, afim de  não atrair muita gente por lá. Sei lá!  Aos que se interessarem, vejam as fotos. Talvez reconheçam, talvez já tenham passado por lá.  Sei lá!

Se no inverno a paisagem é bonita, imagine no verão.

 

Não deve faltar sombra. Mas leve uma rede, cerveja e comida.

 

Um gramado desses a beira mar. Que luxo!

 

Tapete de folhas...

Landscape fotogênica...

 

Depois de curtir esse visual e se intoxicar com ar puro, a pedida foi almoçar (muito, muito bom) no Restaurante Indaiá. Pronto. Está dada a dica.

Vovozinhas

In: Fotografia

11 ago 2010

Achei essa foto há alguns meses e infelizmente ela voltou a sumir. Mas naquela ocasião foi ¨escaneado¨ uma cópia , que segue para vocês em pdf:

foto-dubievovo

Evento:  um menino (Que cabeção! E que cabelo é esse?) com suas três avós. A bisa (Ana), a nona (Augustinha) e a vó (Dona Pópa). Outubro de 1984, na Primeira Comunhão. Devem agora estar todas lá no céu, fazendo polentas, macarronadas, pastéis…Boas lembranças e um valioso legado deixado para nós.

Segue para vocês algumas fotos, tiradas  no início década de 80, quando alguns eventos – como a queda da ponte Irineu Bornhausen e duas enchentes seguidas – marcaram a aquele período.

As fotos foram escaneadas, mas é possível visualizar bem os estragos e como era a paisagem urbana da época.

Praça Barão de Schneeburg, onde hoje está a Choperia Platz

Av. Côncul Carlos Renaux, com o Hotel Gracher à direita

Av. Cônsul Carlos Renaux, com o Auto Posto Jardim à direita

Av. Cônsul Carlos Renaux, próximo ao ponto onde hoje está o Restaurante Fuzon

Rua Rui Barbosa, onde hoje está o Banco Itaú

O Rio Itajái-mirim transbordando sobre a ponte Irineu Bornhausen

Muros do Estádio Augusto Bauer destruído, e a marca d'água nas paredes que resistiram

Pátio do Supermercado Archer - loja Centro - inundado (antigo Sup. Sesi)

Rua Hercílio Luz, próximo ao Clube de Caça e Tiro Araújo Brusque

Região baixa do Jardim Maluche inundada. O prédio no alto da foto é a sede do SESI.

A ponte Irineu Bornausen, que caíu em 1981. Pensa no susto!

Eneacampeões

In: Cidade

27 jul 2010

Nunca é demais a conquista de  um título. Pela nona vez a seleção brasileira de vôlei chegou lá.  Lamento que os brasileiros não valorizem tanto – ao contrário do futebol – tais conquistas.  A  Globo,  que  nem transmitiu a partida no domingo a noite,  entrevistou ao vivo o técnico Bernardinho durante o Jornal Nacional, diretamente na mesa dos apresentadores. Uma honra que poucos tiveram até hoje. Pelo menos isso.

Post do octacampeonato (julho 2009): http://www.dubiella.com.br/atualidade/octacampeao/

A palavra eneacampeão parece soar estranha, mas felizmente ficou comum vermos o Brasil brilhar como a melhor seleção de vôlei. E nesse ano, ganhando na Argentina, com torcida contra.

Para saber mais detalhes do campeonato, vale a pena ver:

-  Torneio 2010:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Liga_Mundial_de_Voleibol_de_2010

- Seleção Brasileira de Vôlei:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sele%C3%A7%C3%A3o_Brasileira_de_Voleibol_Masculino

- Liga Mundial de Vôlei:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Liga_Mundial_de_Voleibol

Relatos dos viajantes

In: Cidade

25 jul 2010

Há alguns dias me deparei com um livrinho que prontamente me despertou o interesse ao ler o título: Itajahy na visão dos viajantes. A curiosidade por saber mais sobre nossas origens sempre me move. E o conteúdo dessa pequena obra me brindou com relatos interessantes, satisfazendo esse anseio de saber como que viviam, o porquê e como vieram para cá – Brusque e região – os desbravadores desse pedaço do Brasil.

O relato inicial, especialmente,  conta com bastante fluidez uma verdadeira epopéia das famílias Pöpper, Bruns e Hort, sobrenomes bastante conhecidos aqui na cidade. Segue abaixo algumas curiosidades relatadas por Heinrich Pöpper, que viveu em Brusque parte da sua infância e juventude, e que mais tarde retornou à Alemanha:

Decepcionados com a vida na região Helmsted, a família Pöpper , entre os anos 1868 e 1869, mudou-se para o Brasil. O governo brasileiro incentivava a imigração na época, pagando a passagem, uma ajuda de custo, etc. Em Hamburgo, onde aguardavam a liberação e o embarque, conheceram as duas famílias que, como eles, decidiram emigrar: os Bruns e os Hort. Foram 91 dias de viagem entre Hamburgo e o porto da Barra, como chamavam os habitantes de Itajaí na época, a bordo do veleiro Humboldt. Tempestades, calmarias, sarna, piolhos, mortes…Foi uma viagem angustiante e sofrida.

Antes de partir da Alemanha, sabendo que do lado de cá nada encontrariam além das matas para desbravar, o Sr. Pöpper comprou muitos tecidos com sua reserva de dinheiro. Acreditava que poderia vender a mercadoria na nova colônia, rendendo um bom invesimento. Mal sabia ele que a “esperteza” brasileira os aguardava. Nos dias que esperaram em Itajaí para seguir a viagem final até Brusque, as 17 caixas com tecidos “sumiram” do galpão da alfândega. Anos mais tarde, já estabelecidos na colônia, comprariam os tecidos que eles mesmos trouxeram, pelo triplo do preço.

A viagem Rio Itajaí-Mirim acima foi outra aventura. Oito dias em uma balsa, puxada manualmente com cordas amarradas nas árvores da beirada do rio, para vencer a correnteza. Nos 55 quilômetros do trajeto da época, foram muitas pernoites em acampamentos, contando apenas com a hospitalidade de alguns poucos que já haviam se estabelecido. Se imaginarmos que hoje reclamamos quando demora-se mais de 30 minutos entre Brusque e Itajaí em função do trânsito, pode-se considerar isso um acinte, não é mesmo?

Os Pöpper e os Bruns foram agraciados com lotes localizados em Lajeado (hoje, Guabiruba), e os Hort foram para outra parte da colônia (possivelmente Cedro – Dom Joaquim). Com o passar dos anos e as muitas dificuldades, foram trocando de lotes e estabelecendo-se em outros pontos da colônia, adquirindo inclusive lotes abandonados por alguns colonos, que desistiam primariamente do Sul do Brasil.

A prosperidade alcançada pelos Pöpper, entretanto,  propiciou que parte da família retornasse após algumas décadas para a Alemanha, adquirindo terras por lá. E em mais alguns anos, Heinrich Pöpper, o relator dessa história, que havia chegado em Brusque com menos de 10 anos, partiria também, já homem feito, casado, com sua esposa (uma Bruns, ora pois) para juntar-se aos demais familiares que haviam vivido  nas terras ondem hoje moramos.

Nesses dias que antecedem a comemoração dos 150 anos da fundação de Brusque, relatos como o de Henrich Pöpper nos dão uma idéia de quão sofrida e trabalhosa foi a vida daqueles que se arriscaram pelos mares para aqui chegar e construir do nada uma região reconhecida como uma das mais prósperas do Sul.

Para saber mais: Itajahy na visão dos viajantes, de Saulo Adami e Tina Rosa, S&T Editores.  Na Banca Jardim há alguns exemplares.

Segue um artigo interessante, escrito pelo colunista de Veja, Cláudio de Moura Castro.
O artigo traz de forma sintetizada informações sobre a nossa evolução como nação, que valem a pena sabermos para entender até aonde chegamos.

Acesse aqui:  a origem viralata

Num domingo de chuva e frio, me restou contemplar a natureza pela janela. Com ilustres visitantes chegando e saindo a qualquer momento da vista, conforme a fome saciada ou um flash intruso incomodando a refeição matinal.

Segue para vocês algumas fotos dessa manhã.

Hora do café da manhã...

Esse é grande...aracuã

Esse azulzinho deu trabalho para registrar...

Penca de canarinhos

Esperando a vez no banquete

Copa 2010

In: Cidade

11 jul 2010

Não tem jeito. Apesar de torcer pela Holanda, deu Espanha.

Na torcida pelos uruguaios, deu Alemanha. E que jogão! Aliás, a única seleção que não desapontou foi a Alemanha. Contra a Argentina, é claro. Talves pela força do pensamento positivo somado dos 90 milhões de alemães com os 190 milhões de brasileiros.

Gostei desta Copa, mais do que a de 2006. Países diferentes chegaram na final e temos um novo campeão. De 1 x 0 em 1 x 0,  perdendo ou ganhando, a Espanha chegou lá. E a nossa gloriosa seleção chegou até aonde podia. Esse negócio de ganhar sempre, de ser o eterno favorito, o melhor do universo….Balela. Os outros também são bons. A Espanha, afinal, organiza um dos melhores e mais caros torneios de futebol do mundo. Já era hora de conquistar uma copa.

Quanto ao país-sede, até que para uma nação em “desenvolvimento” o evento foi bem organizado. Não se ouviu falar de nada ao contrário. Os custos disso e o legado do investimento ainda serão melhor analisados pelos críticos. Mas li que um certo jornalista sul-africano pediu em editorial que o senhor Joseph Blatter – manda-chuva mor da FIFA – se candidatasse à presidência da África do Sul, pois nunca o país viveu antes dias com tanta segurança, ruas limpas, transporte em ordem…

O que esperar da próxima copa nas terras tupiniquins! Tanta roubalheira, tanta expectativa, tanto auê. Dias sem trabalho para alguns (funcionários públicos, brasilienses, nordestinos, etc) e de trabalho redobrado para outros (os trouxas do Sul Pseudo-Maravilha, como sempre). Mas isso renderá outras conversas, claro. E terminada a Copa, teremos que nos acostumar ao noticiário chatérrimo de sempre: eleições, ladrões, corrupção e esculhambação, mais ou menos nessa ordem.

Saludos!

A décima copa conquistada pelos europeus é, enfim, espanhola.

Comprei um livrinho ótimo! Dez anos com a Mafalda.  Para quem não se lembra, trata-se das tirinhas do cartunista argentino Quino, criador dessa menininha espirituosa, crítica e divertida.

Nas páginas que antecedem a coletânea de tirinhas, organizadas por temas, há uma entrevista do autor. Descobre-se uma pessoa extremamente tímida que externou por alguns anos  seu humor e visão do mundo através da pequena e irreverente Mafalda. 

Apesar da vida relativamente efêmera  – 10 anos,  publicada entre 1963 e 1973 –  o conteúdo ainda é atualíssimo. As perguntas de Mafalda ainda esperam por respostas.  Lendo algumas passagens, me flagrei rindo sozinho das situações e temas universais, que continuamos  a nos deparar  em pleno século XXI.

E como estou um pouco preguiçoso para literatura “séria”, é uma excelente pedida para se entreter e conhecer mais desse universo. Meus dias com a Mafalda estão sendo mais divertidos.

Mafalda, minha argentina preferida

Outro dia estava vendo um documentário sobre a reforma da ponte Golden Gate,  um ícone da engenharia norte-americana do início do século XX, ainda em pleno uso. Estão reforçando as estruturas para evitar um colapso em possíveis grandes terremotos (ela já passou incólume por alguns).

Aqui na província de Bela e Santa Catarina, também estão reformando a ponte Hercílio Luz, a nossa Golden Gate. Construída na mesma época e com igual tecnologia, a ponte catarinense, porém, se deteriorou a ponto de, no início da década de 80, ser interditada e fechada ao tráfego. Nunca passei sobre ela. 

Depois de praticamente 20 anos sem ser usada “ de fato”, o governo resolveu custear uma reforma completa, que a deixaria em plenas condições. Lembro-me de ter visitado ambas a cabeceiras da ponte, entre 2006 e 2007. Furos originados pela oxidação eram visíveis, superiores à 15 ou 20 mm em alguns pontos da estrutura. E nesse último sábado, 26.06, novamente estive lá. Vi 2 ou 3 operários mechendo aqui e ali. E um out door, informando alguns dados interessantes:

Valor da reforma: R$ 154.879.651,29

Prazo de execução: 1.260 dias corridos (3,45 anos)

Bem, se em 2006 e 2007 já estavam “trabalhando”, pelo prazo estabelecido a ponte deveria estar pronta. Mas pelo o que se observa, nem as gaivotas da baia norte  se arriscariam a andar sobre ela.  Uma pena.  Quanto dinheiro jogado fora. Talvez eu esteja (espero que sim) enganado. E que este “ símbolo” catarinense seja salvo e deixe de ser apenas um cartão postal (lindo, por sinal), retornando ao status de ponte usável.   Que a ponte Hercílio Luz não seja como a seca no Nordeste (ou as cheias daqui), eterna fonte de dinheiro para politicalhas e corrupção!  O prazo tá expirrando (se já não expirrou) mas os manezinhos da ilha continuam indo e vindo, e apenas “vendo” a bela ponte ao longe.

Prazos e preços. Só falta terminar...

 

Apenas um belo cartão postal, por enquanto

Quem sou eu?

quem souber responder essa pergunta, favor entrar em contato :P

Photostream

Atualizações

  • Jailsson Fabijaki: witam! estou surpreso por saber que Dubiella é um sobrenome polones... ...parabens entao por fazer [...]
  • Joelma Dubiela: ola....gostaria de saber mais pois precisava dos documentos...para nacionalidade e nao to conseguir [...]
  • sergio antonio matos rodrigues: O texto descrito mostra a realidade do ser humano, quando avistamos um acidente de automóvel e não [...]
  • May: Adorei ... Tenho memória olfativa ... Todo cheiro me lembra alguma coisa ... Cheiro de frango [...]
  • Cristiano: Que cara de capetinha!!! hahahahahaa [...]