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Um comentário da jornalista Beth Pacheco, no programa “Em Pauta” da Globonews, bastou para apanhar o celular e comprar o livro São Paulo nas alturas. Escrito pelo também jornalista Raul Juste Lores, a obra contempla uma extensa pesquisa sobre a verticalização da maior cidade do Brasil, destacando alguns dos edifícios-ícones do skyline da Pauliceia, como carinhosamente a cidade é inúmeras vezes chamada.

Interessante saber que a construção de arranha-céus da escola modernista se intensificou principalmente a partir dos anos 1940, tendo o apogeu até em meados da década seguinte. As crises econômicas – e políticas – desde então influenciaram sobremaneira a paisagem paulistana. No livro fica-se sabendo como a construção de Brasília afetou e até arruinou, por vezes, a indústria da construção civil de São Paulo. A megalomania de governantes, as sucessivas alterações nas leis de zoneamento na cidade e até as tendências políticas dos mais renomados arquitetos da época são alguns dos fatores determinantes para a configuração atual da metrópole.

O emblemático Edifício Itália, no qual já pude conhecer o mirante nos anos 90, tem uma das histórias mais peculiares. No terreno onde o espigão foi erguido havia um casarão pertencente ao Círculo Italiano paulista. Confiscado e transformado em uma repartição pública pelo Governo Vargas, em 1942 – logo após o Brasil declarar guerra aos países do Eixo – a residência foi readquirida na década seguinte, quando no entorno o processo de verticalização já valorizava bastante a região.

Os italianos fizeram um concurso entre arquitetos para escolher um projeto que aproveitasse ao máximo todo o potencial do terreno. No período pós-guerra, foi grande a afluência de arquitetos oriundos da Europa em busca de trabalho em São Paulo. Dentre os quatro projetos apresentados, três eram de equipes italianas e um era do alemão Franz Heep. Sem bairrismos, a proposta do alemão foi a escolhida pela italianada. As obras seguiram demoradamente, justamente no período de maior inflação e falta de dinheiro para tocar adiante o gigante. Somente em 1965 seria concluído, dez anos após a aprovação do projeto de Heep.

Além de curiosidades arquitetônicas, o livro oferece um bom arsenal de informações sobre o quão nefasto alguns governos populistas podem ser para a economia como um todo ou para alguns aspectos do cotidiano – moradia, mobilidade, etc. Apesar de abordar primordialmente os anos 1950, 1960 e 1970, o livro mostra que a intensa intervenção estatal na vida nossa de cada dia é apenas o reflexo contemporâneo de um hábito antigo dos governos brasileiros. Vale a pena ler e conhecer esse processo.

Cada um com seu gosto, não é? Eu, por exemplo, não posso ver um carro velho que já vou fotografando. É um misto de nostalgia misturada com admiração em ver como esses objetos móveis chegaram aos dias de hoje, que histórias carregam, por quais aventuras passaram…Em Montevidéu ainda se encontra bastante desses guerreiros, muitos deles familiares aos brasileiros. A diversidade de carros pelas ruas uruguaias é grande. Importam de todas as marcas, e na frota mais nova predominam os carrinhos chineses, desconhecidos em sua maioria por aqui . Pelo visto, é mais um mercado que a nossa indústria automotiva – entre tantas outras- perdeu espaço para os asiáticos.

Se esse Fusca falasse…diria que o tempo estava bom, sem chuva nesse dia.

Chevette rubro-negro, de algum flamenguista será?

Mais um Fusca, tomando sol nas ramblas.

Esse era produzido na Argentina: Ford Falcon. Se bem cuidado, seria um clássico equivalente à um Opala ou Galaxy no Brasil.

Fiat Panorama: Detalhe no fechamento da porta traseira. Isso me faz lembrar que preciso arrumar a fechadura do porta mala do meu carro, senão…

Del Rey e um Fiat, combalidos mas ainda prestando serviço aos feirantes da rua Tristan Narvaja.

Mais um Fiat ¨vintage¨, esse nas sombras do Parque Rodó.

Quem sou eu?

quem souber responder essa pergunta, favor entrar em contato :P

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