¨Brusque Polonesa¨

In: Cidade

5 mar 2010

Caiu na minha mesa de trabalho, hoje pela manhã, o livro ¨Brusque Polonesa¨. Já com a página marcada e o comentário: olha a história da tua família aí!

Família Dubiella, olha só! Entre outras dezenas de sobrenomes polacos… Conhecer um pouco da história, das nossas origens, sempre me desperta a atenção. E o livro resgata esse legado, através dos testemunhos de diversos descendentes, de pesquisas em arquivos particulares e públicos, ou referindo-se à outras obras sobre a imigração polonesa.

Separei alguns trechos sobre os Dubiella em Santa Catarina:

¨Em Brusque, há quem acredite que o sobrenome Dubiella seja de origem italiana. No entanto, é da mais pura cepa polonesa! O primeiro casal imigrante desta família a chegar na América Portuguesa foi Roque e Anastácia Dubiella, em 1890. Alguns membros da família afirmam que a grafia original polonesa seja Dubiewa. Como de costume, vieram de navio com parada obrigatória no Rio de Janeiro e por último em Florianópolis, de onde, por via terrestre, chegaram a Pinheiral, recém-fundada colônia polonesa no Alto Vale do Rio Tijucas. Roque teria sido comerciante na Polônia…¨

Após um ano, e com o nascimento do primogênito José, mudaram-se para Brusque. O casal trabalhou na agricultura e os filhos, como José, dedicaram-se no trabalho da Fábrica Renaux.

Os demais parágrafos dedicados à Família Dubiella compreendem uma descendência que não foi propriamente a do meu ¨ramo¨, de cortadores de pedra da Santa Luzia – bairro de Brusque, na divisa com Nova Trento. Porém, não deixou de ser interessante acompanhar os desdobramentos da história, até chegarmos à atualidade. Tem Dubiella em nome de escola (Sophia Dubiella) e em nome de rua ( um outro José Dubiella, esse, meu avô).

Geração XXI - polaco ¨Dubiella¨2009

Geração XXI - polaco ¨Dubiella¨2009

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentei com meu pai sobre o livro e ele, bem à sua maneira, veio com essa: ¨olha aí se não disseram que é um bando que gosta de cachaça! ¨ Ora, pois! Polaco que não gosta de uma branquinha? Isso não existe!

O livro relaciona diversas outras famílias de origem polonesa que, geração após geração, vem trabalhando para essa cidadezinha perdida na América do Sul prosperar.

Em tempo: eu, como descendente alienado, só agora fiquei sabendo que em 2009 comemorou-se os 140 anos da imigração polonesa para Brusque e que foi instituído o dia 25.08 como data comemorativa, pelos edis do parlamento municipal. Mais um dia para os polacos ¨bebemorarem¨!

O Brasão dos Polacos!

O Brasão dos Polacos!

 

Para saber mais:  Brusque Polonesa. De Celso Deucher. S&T Editores – 2009.

E não custa ler um pouco sobre as terras de lá:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%B3nia

Amor sem escalas

In: cinema

23 fev 2010

Apesar do nome, o filme não se trata de um romance açucarado, não. Embora  um clima caliente – inicialmente desinteressado – se desenvolva no transcorrer das cenas, é o lado prático do dia a dia, do mundo corporativo, que me chamou a atenção.

Poucas coisas são piores do que demitir e ser demitido. Sabe disso quem já passou. Terceirizar essa árdua tarefa é um dos eufemismos que as empresas  – as de lá – se valem para dar o tapa com luva de pelica. E ser demitido por vídeo conferência, então, é o super-max-plus da canalhice com o cidadão trabalhador.

A opção pela solidão e o desejo latente de mudar de vida. Ser VIP (de Very Important People e não de Veio do Interior do Paraná) das principais companhias de locação, hotelaria e aérea é um luxo.  Tudo isso, e mais uma aula sobre fazer uma mala prática  para uma vida entre aeroportos e hotéis. Um filme bem contado. Didático, divertido e contemporâneo com o mundo pós-crise mundial. Se de fato ela já passou mesmo…

amorsemescalas_1

Velesc

In: Cidade

23 fev 2010

¨Velas de Santa Catarina¨. Essa denominação é mais apropriada à CELESC (do  pomposo nome Centrais Elétricas de Santa Catarina).  Pelo menos ultimamente. Incrível! Já faz cinco dias que não há ¨apagão¨  por aqui. Amanhã deve faltar energia. É a média das últimas semanas, com ou sem trovoadas. Na última vez, jantei à luz de velas, li à luz de velas. Bom para a cultura, ruim para a visão.  Como se entreter? Ficar contando vaga-lumes  – raríssimos nos dias de hoje – aborreceria.  Daí voltou a energia. Apagaram-se as velas e…Lá se foi novamente.  Acende vela, apaga vela. Assim foi aquela noite. 

Falta luz por aqui e falta gente na Celesc para trabalhar, suponho. Será que na folha de pagamento também falta gente? Quantos não devem estar alocados nos escritórios em Floripa? Em compensação, nas ruas, fazendo os devidos reparos, só se vê  terceirizados. E como tal, os prestadores de serviços – empresas particulares – primam pela redução dos custos,  claro. Onde deveria haver dois caminhões,  há um. Onde são necessários quatro funcionários, há dois, e assim sucessivamente. Tudo pelo mínimo. 

Havendo emergências, causadas pelas trovoadas comuns nessa época, não há infra-estrutura, não há colaboração entre as unidades da empresa. Com a ¨cartelização¨  entre os terceiros, acho que um não pode  ¨invadir¨ a área do outro. E comunidades inteiras ficam 24 horas sem energia, como foi o caso aqui em Brusque semana passada.  Tudo isso são deduções – meio óbvias –  minhas. Quando questionados,  existem explicações técnicas para tudo. Só sei que, nesse verão de 2010,  está sendo marcado por uma safra de falhas  e de incompetência. Esp…opa, piscou a luz…Esperar o que de empresa pública e de monopólio? 

Em tempo: Não é por nada,  não. Mas a conta de luz, inclusive, aumentou consideravelmente nessa época.

O fim de semana carnavalesco foi de: 

Praia, Bombinhas.

Fila para ir…Mas não desanimamos. Fé e bom-humor são sempre necessários. Um desvio até Araçá e Caixa D`Aço antes, para um off road de contemplação da natureza.  Santo Eqüízio, alguém já ouvio falar? No caminho encontramos uma capela dedicada à esse santo italiano, de Marruci. Agraciados com uma bela vista de Bombas e Bombinhas, rumamos enfim ao paraíso. Ou quase isso. Desnecessário falar daquele mar. Um passeio de caiaque, para relembrar velhos tempos. E horas e horas salgando-se naquela piscina esmeralda.

Lá embaixo, Bombinhas...

Lá embaixo, Bombinhas...

 

 

 

 

 

 

 

 

Hora de ir embora. Vamos, vamos, para não pegar fila! Uma inovação, pelo menos em relação às idas anteriores. Comprar fichas para tomar uma ducha. Quarenta litros d`água por R$ 2,00. Seguindo nos primeiros dois ou três quilômetros, se tantos, a estratégia parecia estar dando certo, até se deparar com a fila de carros. Não adianta. Passa ano, entra ano, e naquelas bandas não há evolução. Pelo contrário. Instalaram  um semáforo na entrada de Perequê, Porto Belo (fluxo de veículos em Perequê = 1 a cada hora), cuja fila simplesmente ia até Bombas. Três postos de policiais no trajeto. Alguém  fazendo algo para o fluxo fluir? Não, nada. Só assistindo os bocós. 

O mesmo samba enredo de todo ano...

O mesmo samba enredo de todo ano...

 

 

 

 

 

 

 

 

Três horas se passaram entre sair de Bombinhas e chegar à Balneário Camboriú. Como já dito, fé e bom-humor são sempre necessários. Mas não é fácil peregrinar nas terras de Santo Eqüízio.  Ir à Bombinhas é um daqueles ¨erros¨ que se comete uma vez por ano, conscientemente. 

No mais, tudo alegria. Carnaval em BC é meio chocho mesmo, já é sabido. Mas bebe-se bem, come-se idem. A polenta de milho verde de Dona Maria estava tudo de bom, só repeti quatro vezes. Na volta ao lar-doce-lar brusquense, uma preocupação: conforme avançava ao meu querido bairro, as luzes iam diminuindo. Só me faltava essa, chegar em casa e não ter energia,  pensei. A trovoada havia feito seus estragos. Já prevendo o pior, no entanto fui surpreendido. Não precisei de velas. Talvez uma à Santo Eqüízio, para voltar lá. Mas com esse trânsito, só no ano que vem. 

PS.: Ou eu estou ficando repetitivo, ou definitivamente algumas coisas não funcionam por onde eu passo. Falar de trânsito e falta de energia  virou lugar comum.

Quatro Frascos

In: Cidade

12 fev 2010

Repassando algumas sábias palavras, às vésperas do Carnaval:

A vida se resume em quatro

frascos. Vamos aproveitá-la,

porque já estamos no

terceiro.

 

Se beber, não dirija, mas me convide.

Se beber, não dirija, mas me convide.

 

Ontem, por volta das 6 da tarde, trafegava pela ponte estaiada e me deparei com uma muvuca no semáforo adiante, próximo à loja Stoltenberg (pronúncia local = Xtolenberg). Estava desligado, logo após uma trovoada. Nenhuma novidade até aí.  A situação encontrava-se assim: todos passando muito vagarosamente, arriscando-se embicar o carro na direção desejada, dando a preferência – ou não – para sair logo daquele nó. Nenhuma ¨autoridade¨ no local, administrando a confusão ali instalada.

Me ocorreu, então, ligar para a PM…Exitei uns instantes. Ligo? Não ligo? Liguei, já prevendo o pior. Eis que algum atendente, super bem instruído, ao ouvir eu dizendo que na esquina do semáforo tal havia problemas no trânsito, respondeu-me assim:

- ¨Querido, semáforo é com a prefeitura!¨
-   Ok então, era só isso, estão avisados.

E assim segui rumo ao lar-doce-lar. Pensando…Quanto mais Estado, mais negligência! Ser preventivo com uma situação perigosa, para que? Muito mais lucrativo, para eles, atender um chamado após algum acidente. Aposto que em três minutos apareceriam duas viaturas, com blocos de multa à mão, querendo saber quem é o culpado.

Existe um plantão ¨ligue-semáforo¨ para atender os chamados do cidadão-contribuinte? Como já passava das 18h, na prefeitura de Brusque alguém atenderia a ligação? Esse é só um exemplo bem pequeno de que ao Estado – especialmente aqueles que deveriam zelar pela segurança – interessa mesmo é a confusão. É da desgraça alheia que se alimenta toda a sorte de funcionários públicos bem pagos que não estão nem aí para a população e seus ¨probleminhas¨.

Agora já sabem: ¨Queridos, ao se depararem com situações como as descritas, cuidem da sua segurança individual, e vão para as suas casas jantar em paz. Não incomodem o Estado!”

Duas cidades, dois museus, uma única sauna…O finde foi bem daqueles que eu gosto: pé na estrada. Mas o calor! O calor, minha gente, estava de matar. Só para mouros. 

São Chico foi novamente visitada. Gosto de lá. O centro histórico é bem acolhedor, bonito. A cidade como um todo, porém, carece de um  ¨capricho catarina¨ maior. Explicando: as cidades do Vale do Itajaí são mais cuidadas, em geral, com casas e ruas mais arrumadinhas e limpas. Já no litoral,  sinto uma certa carência disso. Não é que seja  sujo, mas… 

Igreja Matriz de São Chico

Igreja Matriz de São Chico

 

 

 

 

 

 

 

 

Museu do Mar

Museu do Mar

 

 

 

 

 

 

 

 

Pinta, Nina ou Santa Maria?

Pinta, Nina ou Santa Maria?

 

 

 

 

 

 

 

 

É interessante conhecer o centro histórico. A  mais antiga cidade Catarina tem lá seus cantos e encantos, o Museu do Mar, e as ruelas do centrinho, com a Igreja Matriz.  O Píer Portela, um restaurante muito charmoso, é uma  ótima pedida, recomendo. Mas não foi o caso, ontem.  Paramos na ¨Sauna Sinuelo¨ da BR 280, antes de chegar em São Chico. Pensem num lugar quente! Com direito à uma churrasqueira ¨interna¨ e garçom demorando eternos minutos para trazer uma coca-cola. Pois justamente lá foi a parada. Não recomendo.  

E aos 42 graus C, já ¨climatizados¨,  partimos para Jaraguá do Sul. Não parece ser coisa de gente doida ir para Jaraguá no domingo mais quente do ano? Pois é, fomos. Parque Malwee era o destino. Já havia estado lá. Tem um museu bem interessante, e pode-se passear de carro por palmitais e bambuzais. Não fossem as altas temperaturas, que tornavam cada descida do carro uma pequena tortura, talvez tivéssemos aproveitado melhor a natureza local. Tudo é válido, no entanto, estando entre amigos e cervejas e batatas  ¨xips¨.

Registro da Norm@..rumo à Jaraguá

Registro da Norm@..rumo à Jaraguá

 

 

 

 

 

 

 

 

o Blue Ray de antigamente...e funciona!

o Blue Ray de antigamente...e funciona!

 

 

 

 

 

 

 

 

Nos lagos do parque, flores...muitas flores...

Nos lagos do parque, flores...muitas flores...

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma pena não ter visto nenhum trem passando por São Chico ou Jaraguá.  Tenho essa curiosidade sempre que vou para aquelas bandas. Em cada cruzamento com linha férrea espiava para ver se vinha algum. Acho super cool, nostalgia de filmes da Sessão da Tarde. Mas nem uma Maria-fumaça à vista. Fim do dia, o que me restava era rumar à essa grande panela de pressão,  chamada Brusque.

Quarenta e Dois…

In: Cidade

5 fev 2010

Graus!!! 

Nunca antes na história recente desse país (ok, ok, de Brusque ou de SC…) houve uma onda de calor tão prolongada e desgastante, como nessa semana – que eu me lembre, pelo menos. Dos 38 de segunda feira, chegou aos 42 graus ontem e hoje não será diferente. A tarde promete ser longa, quente e úmida. 

Fevereiro de 2010 já chegou derretendo. Do gelo do meu cuba à minha elegância. Convenhamos que é difícil estar apresentável com a temperatura batendo nesses níveis.  E  o entra-e-sai de salas/carros com ar refrigerado gradativamente vai f…(piiii) com a saúde. Aliás, já está faltando aparelhos de ar-condicionado na praça. Só para daqui a quinze dias e olhe lá. 

Com esse calor dá para entender por que algumas ¨culturas¨ são mais suscetíveis à malemolência. Só se pensa naquilo:  piscina, praia, cachoeira, banheira, caixa d`água, tanque de lavar roupa, bacias e chafarizes… Mais ou menos nessa ordem,  conforme o ¨extrato social¨ do cidadão. Afinal, o calor é democrático e está pegando todo mundo. Até a Beyonce, tadinha. Deve ter suado aos cântaros no show de Floripa, ontem. 

Para escrever essas parcas linhas  já estou cansado.  Chega, chega, chega…Vou para praia ver algum iceberg que, com esse calor,  deve ter se desgarrado da Antártida essa semana e está passando por Perekas Beach.

 

 

Pôr do sol em Balneário Camboriú, fotografado a partir da Interpraias, ¨last night¨…

Tão belo quanto efêmero, assim como todas as demais coisas da vida.

As imagens falam por si. É um lurgazinho ¨mais ou menos¨ para morar, não é?

Barra Sul, BC Beach...Que tal?

Barra Sul, BC Beach...Que tal?

 

 

 

 

 

 

 

 

¨Skyline¨ da Barra Sul

¨Skyline¨ da Barra Sul

Céu de Avatar...

Céu de Avatar...

Cores de fazer virar a cabeça...

Cores de fazer virar a cabeça...

Imbaúva privilegiada

Imbaúva privilegiada

Aborrece ser bonito?

Aborrece ser bonito?

O pontinho branco é o grande responsável pelos efeitos especiais

O pontinho branco é o grande responsável pelos efeitos especiais

DSC02205
Fotos by:  Dubis@m

Comércio no Interior

In: Cidade

30 jan 2010

Morar no interior nem sempre é de todo aborrecido. Às vezes falta energia (cinco horas, entre 21h e 2 h na última quarta feira – Viva a Celesc!). Aprecia-se então o luar e pode-se conversar à beira da estrada com os vizinhos. E a internet à rádio da JGM, a cada trovoada, também tem o seu apagão – vários ultimamente. Mas ocorrem coisas divertidas. Hoje, por exemplo. Apareceu um sorveteiro. De vez em quando ele aparece. Megafone ligado, oferecendo para toda a rua três bolas de sorvete por R$ 1.00. Melhor do que isso, só uma casquinha do McDonald´s. Esses vendedores tipo ¨delivery¨ são comuns aqui.  Há alguns anos ( ou melhor, bem mais do que isso),  quando eu ficava mais tempo em casa, aparecia gente vendendo: enciclopédias, livros de receitas, vassouras, redes, frutas de todos os tipos. Picolés e sorvetes. Cocada e algodão doce. Os padeiros paravam – e ainda param – em frente das casas onde os moradores sinalizam, com uma sacola plástica,  que irão querer alguma coisa.  E os peixeiros! Uma Kombi azul parava no meio da rua e lá vinha o comercial: 

-         Olha o peixe! Olha o peixe! Charuto, corvina, cação, fresquinho, de hoje (tinha que enfatizar que era de hoje!). 

E assim seguia a ladainha. Até vender a última sardinha.

Os megafones ainda são recursos de mídia utilizadíssimos por essas bandas. Lojas, supermercados, lojinhas, quitandas. Igrejas anunciando suas quermesses. Até os jogos do ¨Brusque¨. Tudo é anunciado aos quatro ventos por carros equipados com som. 

Ps.: (assim que possível, colocarei um video do comercial do sorveteiro).

Quem sou eu?

quem souber responder essa pergunta, favor entrar em contato :P

Photostream

Atualizações

  • IM: Nós, como "bons" brasileiros pouco sabemos das coisas, ou pouco nos interessamos. Até porque nosso [...]
  • IM: Poderiam ir "tomar" umas aulas com a Copel - Companhia Paranaense de Energia Elétrica - que pelo qu [...]
  • Cristiano: Na verdade penso que essas cidades deveriam cobrar pedágio para os turistas. Afinal, um grande volu [...]
  • IM: É, meu caro, pelo menos enquanto se está nágua não nos preocupa o transito da volta. No Brasil [...]
  • Im: ...tirando a saúna do Sinuelo - nunca o visitem, só se estiverem precisando de uma (saúna) - e o [...]