Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /home/dubiella/public_html/wp-content/plugins/speed-booster-pack/inc/core.php on line 472

Cada um com seu gosto, não é? Eu, por exemplo, não posso ver um carro velho que já vou fotografando. É um misto de nostalgia misturada com admiração em ver como esses objetos móveis chegaram aos dias de hoje, que histórias carregam, por quais aventuras passaram…Em Montevidéu ainda se encontra bastante desses guerreiros, muitos deles familiares aos brasileiros. A diversidade de carros pelas ruas uruguaias é grande. Importam de todas as marcas, e na frota mais nova predominam os carrinhos chineses, desconhecidos em sua maioria por aqui . Pelo visto, é mais um mercado que a nossa indústria automotiva – entre tantas outras- perdeu espaço para os asiáticos.

Se esse Fusca falasse…diria que o tempo estava bom, sem chuva nesse dia.

Chevette rubro-negro, de algum flamenguista será?

Mais um Fusca, tomando sol nas ramblas.

Esse era produzido na Argentina: Ford Falcon. Se bem cuidado, seria um clássico equivalente à um Opala ou Galaxy no Brasil.

Fiat Panorama: Detalhe no fechamento da porta traseira. Isso me faz lembrar que preciso arrumar a fechadura do porta mala do meu carro, senão…

Del Rey e um Fiat, combalidos mas ainda prestando serviço aos feirantes da rua Tristan Narvaja.

Mais um Fiat ¨vintage¨, esse nas sombras do Parque Rodó.

Nem só de grandes obras ou belas paisagens se faz uma cidade atraente aos olhos curiosos. Eu gosto de pescar alguns detalhes para marcar a passagem por um novo local visitado. Claro que em sua maioria acabam sendo registros arquitetônicos, mas nem todos. Alguns nos remetem à fatos históricos, outros são mais contemporâneos. Nas fotos abaixo dou maiores explicações às imagens captadas.

A âncora do Graf Spee. Para os aficionados ao assunto Segunda Guerra Mundial, esse é um local interessante a ser visitado. O monumento fica próximo ao terminal de cruzeiros, dentro do porto. Retiraram-na do navio de guerra alemão, que foi propositalmente afundado pela tripulação, no Rio da Prata, em frente à Montevidéu. Sendo avariado após uma batalha com navios ingleses, o navio havia permanecido apenas 72 horas no porto da cidade e, não tendo condições de romper o cerco numa nova batalha que os aguardava, os alemães tomaram a medida drástica. Até hoje é um marco relembrando pelos uruguaios.

Além da âncora, encontra-se na mesma pracinha o telêmetro, instrumento de pontaria também retirado dos destroços. O mais emblemático ícone retirado
do navio, porém, não está à mostra em nenhum lugar da cidade. Uma águia segurando a suástica nazista, que servia como figura de proa da embarcação, foi exibida por apenas duas semanas, tão logo foi recuperada em meados de 2006. No mesmo ano, atendendo o pedido do governo alemão, os uruguaios se comprometeram a manter o objeto embalado e guardado sob os cuidados da Marinha.

Para os casais apaixonados que visitam a cidade, tem uma fonte apinhada de cadeados, na avenida 18 de julho, próximo à bifurcação com a aven. Constituintes.
Numa banca de jornais ali perto vendem cadeados. É a réplica de Montevidéu de uma ponte parisiense que serve ao mesmo propósito: as juras de amor.

Na feira da rua Tristan Narvaja uma das barraquinhas oferecia esse modelo de caneca, com a estampa do famoso ex-presidente Mujica, insinuando: Yes we can Nabis, em alusão à frase de campanha de outro famoso ex-presidente, Barack Obama. Em uma abordagem na rua, um nativo puxou papo, comentou o assunto e ofereceu-se para comercializar o produto. Fora isso, não vi outros sinais maiores pelas longas andanças na cidade. Ou seja, não vá pensando que em todo lugar encontrará um bando de maconheiros. Se Montevidéu virará a Amsterdã do Prata após a legalização do comércio da maconha, só o futuro pode dizer.

Vende-se os Beatles. Na região do Mercado do Porto tem várias lojinhas de artesanato e lembrancinhas, exposição de fotografias, galeria de artes…lugar para turista gastar seu tempo e dinheiro. Eu só tomei uma cerveja Patrícia.

Não há prédio público que não tenha uma escultura ou alto-relevo marcando a fachada. Esse é do suntuoso prédio dos Correios do Uruguai, com uma torre altíssima que lembra o campanário de uma igreja, vista praticamente a partir de qualquer ponto da Ciudad Vieja.

Vitral é um negócio que sempre atrai minha câmera fotográfica. Tem vários para registrar nas igrejas, palácios, livrarias…Esse ao lado está no Mercado do Porto, dentro do restaurante Porto Marino.

O Palácio Salvo, na Plaza Independência, talvez seja o maior símbolo da cidade, daquele tipo como é a Torre Eifel, a Estátua da Liberdade ou o Cristo Redentor. Todavia, foi tombado como Patrimônio Nacional um pouco tarde demais. Já tem 90 anos, ainda é uma bela construção, mas é mais bonito visto de longe. De perto, detalhes como os bronzes – foto abaixo – que adornam as colunas também se revelam verdadeiras obras de arte, valendo a visita. Mas é um pouco decepcionante conhecer o prédio por dentro e constatar o estado quase miserável da sua pouca conservação. Fiações e encanamentos aparentes, cheiro de mofo, decadência. Com tanto potencial turístico, esse monumento à arquitetura e pujança econômica dos uruguaios merece uma completa revitalização, embora na prática isso seja muito complexo e caro. Tomara que trabalhem para sua preservação, pelo menos.

A Catedral de Montevidéu, bem como outras igrejas na capital uruguaia, merecem uma visita, mesmo que você não seja católico ou cristão. Esse alto-relevo mostrado acima é bem pequeno, do 40 x 30 cm talvez, mas é tão bem feito que vale a pena ser replicado em fotografia. Além de perpetuar a imagem da família, nosso bem maior, não importando a sua crença.

O Aeroporto Internacional de Carrasco, que serve a capital Montevidéu, não poderia ser um portão de entrada melhor para o Uruguai. É um desbunde arquitetônico. Não é grande, mas com certeza é um dos mais bonitos nos quais você pisará. Na parte superior encontram-se dois aviõezinhos pendurados no teto, além de alguns objetos de um dos patronos da aviação uruguaia, compondo um pequeno museu. Um contraste perfeito entre a moderna construção e o legado histórico.

Quem sou eu?

quem souber responder essa pergunta, favor entrar em contato :P

Photostream

Arquivo


Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /home/dubiella/public_html/wp-content/plugins/speed-booster-pack/inc/settings.php on line 118

Warning: array_merge() [function.array-merge]: Argument #1 is not an array in /home/dubiella/public_html/wp-content/plugins/speed-booster-pack/inc/settings.php on line 123

Warning: array_values() [function.array-values]: The argument should be an array in /home/dubiella/public_html/wp-content/plugins/speed-booster-pack/inc/settings.php on line 124

Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /home/dubiella/public_html/wp-content/plugins/speed-booster-pack/inc/settings.php on line 128