Já tem algum tempo que eu havia ouvido uma história parecida e a repliquei nesse blog – vejam o post ¨Ensinando o socialismo para as crinças¨, em novembro 2010.
Pouco tempo depois, recebi comentários indignados, um até me chamando de burguês e filhinho de papai, os quais não publiquei, obviamente. Ora essa, logo eu que trabalho desde os 15 anos, filho de operário e empregada doméstica. Com orgulho. A origem humilde, no entanto, não foi motivo para deixar de estudar, a ler e principalmente aprender que somente com esforço próprio é possível avançar na vida. Governo brasileiro algum, de qualquer partido ou ideologia, poderia ter me propiciado alguns valores morais e éticos básicos, que passam longe dessas políticas públicas que mantém a maior parte das pessoas alienadas, ignorantes e dependentes dos políticos.

Hoje voltei a receber o relato do mesmo ¨experimento¨, contado por uma metáfora diferente, mas não menos clara e didática. Tal que segue:

Professor reprovou a Classe Inteira

Um professor de economia em uma faculdade de uma grande universidade disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.

Após calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.

O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividí-la;

5. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da

população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para

sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Extraído da coluna do Augusto Nunes, de Veja, essas fantásticas fotografias. Não resisti em copiar e também postar por aqui algumas delas. Afinal, o que é bonito deve ser mostrado. Por-que-a-vida-vale-a-pena? As fotos abaixo respondem.

Floresta de Bambu-Japão

Parque Hitashi-Japão

Plantação de chá-China

Praia Vermelha-China

Montanhas Zhangye-China

Rua de Bohn-Alemanha

Tunel Wisteria-Japão

Plantação de flores  Holanda

Para ver todas as fotos: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/veja-por-que-a-vida-vale-a-pena

Nesse abril que já está quase acabando, um presente de aniversário me fez voltar um pouco à Buenos Aires e, principalmente, conhecer melhor nossos hermanos. No livro “Os Argentinos”, o jornalista Ariel Palácios desvenda, quase como em um almanaque, um pouco de tudo sobre os vizinhos do sul. Com muita didática, desfaz aquela imagem equivocada e manipulada muitas vezes pela imprensa brasileira, que sempre restringe ao campo de futebol ou aos panelaços o que se passa lá pelos pampas.

Os argentinos são orgulhosos? Sim, são e não faltam motivos para isso. Não apenas esportivamente, mas em diversas outras áreas há referências importantes, nem sempre valorizadas aqui nos trópicos. Por exemplo: eles amealharam cinco prêmios Nobel ao longo da história. Argentinos receberam duas vezes o Nobel de Medicina, um de Química e outros dois da Paz. Nosotros? Nenhum.

Outro tento deles: o cinema argentino já levou dois Oscar de melhor filme estrangeiro. De fato, basta pegar qualquer título portenho para assistir e dificilmente o expectador ficará desapontado. Na literatura também não lhes falta grandes nomes. No entanto, sobre o tango – música ou dança – não me ative muito, pois o tema desperta pouca empatia nesse blogueiro. Muito mais curiosa é a história política, a qual acabou por prender mais a atenção.

Apesar de conquistarem uma sociedade mais evoluída, com melhores indicadores, impressiona saber que foram poucos os governos democráticos e principalmente raras as vezes em que presidentes argentinos iniciaram e concluíram seus mandatos. No mesmo tempo em que são politizados e instruídos, os argentinos tem uma certa predileção em escolher político ruim para comandar. E nutrem uma singular devoção à personagens falecidos há décadas, como Perón e Evita. Assim como os brasileiros, preferem o primeiro salvador da pátria populista que lhes aparece.

Há relatos caprichados de muitas outras curiosidades, indo da culinária aos hábitos familiares, dos vinhos ao portunhol que eles também tentam usar para se comunicar conosco. Por isso, assim como no livro do Palácios, vou dividir esse post, para melhor distribuir as impressões sobre temas tão díspares como a ida à motéis ou da transformação da Argentina na terra do Malbec.

os-argentinos

Nota: A Editora Contexto, que publica esse livro, reuniu outros autores, que escreveram sobre os italianos, espanhóis, russos e mais alguns povos. É só escolher conforme sua curiosidade ou interesse.

Esse mês de abril está voandooooo.E o serviço de internet está se arrastandoooo. Assim fica difícil atualizar esse blog/fotolog. Mas pelo menos ontem fui fazer umas fotos pelo interior aqui do bairro.

cascata

No Sitio dos Dubiella

casa

Casa de gente

bromelia

casa de passarinho

Casa de passarinho

Ir a Brusque e não conhecer o Santuário de Azambuja é como ir a Roma e não ir ao Vaticano. Ok, sem exageros. Mas nessa época de Páscoa o local recebe ainda mais visitantes, depositários da fé necessária ao dia a dia, desde sempre.
Apesar de passar em frente semanalmente, nunca tinha dedicado alguns click’s no local. Tantos vem de longe e fotografam, e quem mora aqui perto nem valoriza o visual. Fiz umas fotos, porém tentando mostrar além da tradicional visão de cartão postal. Seguem algumas dessas tentativas.
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Casa Brusquense

In: Cidade

29 mar 2013

Feriadão, dia ensolarado, bom pra caminhar e fotografar. Hoje o registro foi de algumas casas e lugares interessantes das ruas que ligam Tomaz Coelho à Azambuja, em Brusque. Quando passamos de carro nem percebemos quanto alguns lugares são bonitos.

Casas antigas, de madeira, com o sótão que servia como segundo piso, eram comuns. Acho que foram construídas antes das década de 50. Hoje restam poucos exemplares, e é bom fotografa-las antes que venham a ser demolidas. E tem casas cuja localização, com jardins e gramados bem cuidados, que chamam a atenção pelo capricho e zelo dos seus moradores.

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Feliz Páscoa

In: Amizade

28 mar 2013

Pascoa

Há cerca de 2 anos foi instalado bem em frente aqui de casa um abrigo de ponto de ônibus, seguindo um novo padrão adotado pela prefeitura de Brusque. Desde então, tornou-se freqüente as pessoas novas no bairro perguntarem os horários de ônibus e por onde ele passa. O transporte público aqui na cidade é notório pela deficiência, e perder o ônibus pode significar horas de espera, se for num domingo, por exemplo.

Na tentativa de responder com mais exatidão, meu pai passou a anotar alguns horários num papel e consultá-lo sempre que alguém lhe pedia a informação. Porém, mais recentemente, resolvi dar uma melhorada nisso. Foi após assistir no programa Globo News em Pauta, onde circulou que em Porto Alegre iniciaram um movimento voluntário, onde as pessoas passaram a indicar nos pontos de ônibus das suas ruas os itinerários e horários das linhas, de modo que, durante a Copa, por exemplo, os turistas tenham mais informação para circular pela cidade.

O movimento tem ganhado outras cidades e pensei: por que não fazer aqui? Tão simples: entrei no site da empresa de transporte, que indicou o site oficial dos horários. Imprimi, plastifiquei e colei no ponto. Pronto, agora é só chegar e olhar na tabela todos os horários do bairro para o centro e de lá para o bairro, com o roteiro de cada linha. A idéia pode ser multiplicada e até oficializada. Ou seja, quando instalarem novos pontos, já podem fixar tabelas orientando os horários e linhas que passam por ali. Ajudará bastante quem precisa se locomover com transporte público.

Ponto de ônibus

Para saber os horários das linhas que circulam em Brusque, consulte: www.nossobrusque.com.br.

Fica a dica: faça o mesmo no ponto da sua rua.

Abaporu

In: História

10 mar 2013

A mais recente edição da Forbes Brasil traz um artigo sobre o Abaporu . Já tinha ouvido falar dele, mas nunca dediquei interesse. No entanto, é curioso saber que a mais famosa e cara pintura brasileira está desde 1995 na Argentina. Mais precisamente no Malba – Museu de arte latino-americana de Buenos Aires. Foi arrematado em 1995 num leilão na Christie’s de Nova York pelo empresário argentino Eduardo Constantini, por 1,2 milhão de dólares. Hoje está avaliado em 60 milhões de verdinhas. Foi um bom investimento, sem dúvida.

Ao ver com mais atenção a imagem do quadro que ilustra a reportagem, outra ignorância se desfez. Onde antes percebia um narigão, agora vejo um braço segurando a cabeça, apoiado no joelho. Poderia ser uma releitura da escultura de Rodin – O pensador – mas essa é só uma impressão minha. Foi pintado numa única noite por Tarsila do Amaral, em 1928, para presentear Oswald de Andrade. E o mesmo batizou a tela de Abaporu – homem que come gente – justamente num momento onde a arte brasileira pretendeu romper com influências externas.

Essa tela se converteu na Monalisa do Malba. É a mais valiosa e visitada. E que enche de inconformismo os brasileiros apaixonados por arte. Talvez se estivesse por aqui a obra não seria tão cara e famosa. Afinal, santo de casa não faz milagres, diz o ditado. E numa próxima visita a Buenos Aires, quem sabe não se inclua no roteiro uma visita ao Malba para ver ao vivo o que faz esse quadro ser tão especial.

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Sempre que eu passava por aquele trecho, via uma foto na minha mente. Então resolvi hoje ir até lá e fazer a foto, aproveitando a luz do final da tarde. E de olho nos cavalos para não ter que sair correndo. Ao ver a paisagem tranquila, nem se supõe que o Itajaí-Mirim inunda todo o trecho e muito mais, quando desabam aquelas chuvas de semanas a fio aqui na terrinha.

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A curva do rio, sem tranqueiras

Ainda bem que os bichos ficaram quietos... Ainda bem que os bichos ficaram quietos…

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Quem sou eu?

quem souber responder essa pergunta, favor entrar em contato :P

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Atualizações

  • Bernadete Minela: Oi amigo!! que fotos lindas.... parabéns.......... adorei............curti muito cada uma.....é um [...]
  • Cristiano: Gostaria de ver essas pessoas que defendem o socialismo tendo seus bens nos bancos confiscados para [...]
  • dubiella: Basta clicar na imagem que o nome do lugar aparece. [...]
  • IM: Os nomes estão lá no blog, não é? :):) [...]
  • IM: Realmente fotos muito bonitas. Só faltou o nome dos lugares! [...]