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	<title>Dubiella &#187; Amizade</title>
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	<description>O que dá na telha, lá em Brusque</description>
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		<title>Férias, festas e outras estripulias</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 02:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>O reveillon em Balneário Camboriú, enfim, valeu a pena! Os fogos foram espetaculares – para os nossos padrões. Fiquei boquiaberto quando iniciou, e até esqueci de cumprimentar quem estava ao meu lado&#8230;só depois de alguns momentos que, aos goles de uma super Cidra Cereser,  o tão esperado abraço de ano novo foi dado. Lua linda  e  tempo estável depois do aguaceiro durante o último dia de 2009. A ceia que antecipou nossa ida à praia foi saborosa, no capricho.</p>
<p>Na Praia Brava, ou na Interpraias &#8211; favor não perguntar qual praia -, finalmente peguei um bronze. Navios de cruzeiro em Itajaí, filas nos supermercados, filas nas rodovias, filas, filas, filas&#8230;A semana foi agitada. Conheci novas pessoas e novas situações. Mas também houve tempo para agradecer o ano que passou e pedir luz para o ano novo. Cinema, só em Brusque, para evitar mais uma fila. Fui ver Avatar. Lindo o filme, um pouco longo demais, no entanto. Entre Brusque <em>House</em>, Perequê <em>House</em> e BC <em>friends</em> <em>house</em>, zanzei &#8211; e gastei &#8211; a penúltima semana das férias. Falta Floripa e Penha e mais alguma praia, quando estiverem mais acessíveis. Ainda assim, apesar de tudo, a alegria não foi completa, faltou uma energia positiva. Na verdade, desde a semana que antecede o Natal até passar o Ano Novo, costuma ser uma época massacrante para minha alma. Ainda tenho que aprender a lidar com as perdas – tanto dos que foram,  quanto dos que estão presentes,  mas completamente ausentes. Sou um nostálgico! Hipocondríaco! Gostaria que algumas coisas se repetissem ou permanecessem. É a efemeridade, meu caro, é a efemeridade dos bons momentos. Que o caminho de luzes formado na BR 101 desse finde nos guie para um 2010 cheio de coisas boas.</p>
<div id="attachment_468" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-468 " title="br-101" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2010/01/br-101-300x225.jpg" alt="Dia 02.01.10, 23h55..." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">BR-101, dia 02.01.10, 23h55...entre PB e BC</p></div>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_469" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-469" title="brava" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2010/01/brava-300x225.jpg" alt="Pessoal na Brava..." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Pessoal na Brava...</p></div>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_470" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-470" title="skol" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2010/01/skol-300x225.jpg" alt="Combustível para atravessar a semana." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Combustível para atravessar a semana.</p></div>
</div>
</div>
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		<title>Despedida&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
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		<category><![CDATA[memórias]]></category>
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		<description><![CDATA[Recebi o texto que segue abaixo de amigos,  por ocasião da partida da minha avó. Aos 86 anos, haverá muito o que contar &#8211; mais adiante, com certeza - mas por hora tais palavras reconfortantes serviram muito bem, para alento e  para compreender a efemeridade. &#8221; Quando a morte chega, com sua bagagem de mistérios, traz junto divergências [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi o texto que segue abaixo de amigos,  por ocasião da partida da minha avó. Aos 86 anos, haverá muito o que contar &#8211; mais adiante, com certeza - mas por hora tais palavras reconfortantes serviram muito bem, para alento e  para compreender a efemeridade.</p>
<p>&#8221; Quando a morte chega, com sua bagagem de mistérios, traz junto divergências e indagações.</p>
<p>Afinal, quando os olhos se fecham para a luz, o coração silencia e a respiração cessa, terá morrido junto a essência humana?</p>
<p>Materialistas negam a continuação da vida. Mas os espiritualistas dizem que sim, a vida prossegue além da sepultura.</p>
<p>E eles têm razão. Há vida depois da morte. Vida plena, pujante, encantadora.</p>
<p>Prova disso? As evidências estão ao alcance de todos os que querem vê-las.</p>
<p>Basta olhar o rosto de um ser querido que faleceu e veremos claramente que falta algo: a alma já não mais está ali.</p>
<p>O Espírito deixou o corpo feito de nervos, sangue, ossos e músculos. Elevou-se para regiões diferentes, misteriosas, onde as leis que prevalecem são as criadas por Deus.</p>
<p>Como acreditar que somos um amontoado de células, se dentro de nós agita-se um universo de pensamentos e sensações?</p>
<p>Não. Nós não morreremos junto com o corpo. O organismo voltará à natureza &#8211; restituiremos à Terra os elementos que recebemos &#8211; mas o Espírito jamais terá fim.</p>
<p>Viveremos para sempre, em dimensões diferentes desta. Somos imortais. O sopro que nos anima não se apaga ao toque da morte.</p>
<p>Prova disso está nas mensagens de renovação que vemos em toda parte.</p>
<p>Ou você nunca notou as flores delicadas que nascem sobre as sepulturas? É a mensagem silenciosa da natureza, anunciando a continuidade da vida.</p>
<p>Para aquele que buscou viver com ética e amor, a morte é apenas o fim de um ciclo. A volta para casa.</p>
<p>Com       a consciência pacificada, o coração em festa, o homem de bem fecha os olhos do corpo físico e abre as janelas da alma.</p>
<p>Do outro lado da vida, a multidão de seres amados o aguarda. Pais, irmãos, filhos ou avós &#8211; não importa.</p>
<p>Os parentes e amigos que morreram antes estarão lá, para abraços calorosos, beijos de saudade, sorrisos de reencontro.</p>
<p>Nesse dia, as lágrimas podem regar o solo dos túmulos e até respingar nas flores, mas haverá felicidade para o que se foi em paz.</p>
<p>Ele vai descobrir um mundo novo, há muito esquecido. Descobrirá que é amado e experimentará um amor poderoso e contagiante: o amor de Deus.</p>
<p>Depois daquele momento em que os olhos se fecharam no corpo material, uma voz ecoará na alma que acaba de deixar a Terra.</p>
<p>E dirá, suave: <em>Vem, sê bem-vindo de volta à tua casa.</em></p>
<p align="center">*   *   *</p>
<p>A morte tem merecido considerações de toda ordem, ao longo da estada do homem sobre a Terra.</p>
<p>É fenômeno orgânico inevitável porque a Lei Divina prescreve que tudo quanto nasce, morre.</p>
<p>A morte não é pois o fim, mas o momento do recomeço.</p>
<p>Pensemos nisso.  <em>Redação do Momento Espírita.  </em><em>Em 17.11.2009.&#8221; </em></p>
<div id="attachment_437" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-437" title="dona-popa" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/11/dona-popa-300x225.jpg" alt="Dona Popa, 2009, uma longa e laboriosa caminhada..." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Dona Popa, 2009, uma longa e laboriosa caminhada...</p></div>
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		<title>De Repente, Trinta</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 00:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[aniversario]]></category>

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		<description><![CDATA[Ta bom! Ta bom! Plagiei o título de um filme. Mas caiu como uma luva para o dia de hoje.  Um amigo chegou lá. Hoje. No patamar dos trinta. Aquele estágio, que parece tão distante quando se tem dezoito, vinte anos&#8230;De repente, trinta. Nos meses que antecedem, algumas sombras surgem. E dúvidas, e angustias. ¨Metade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ta bom! Ta bom! Plagiei o título de um filme. Mas caiu como uma luva para o dia de hoje.  Um amigo chegou lá. Hoje. No patamar dos trinta. Aquele estágio, que parece tão distante quando se tem dezoito, vinte anos&#8230;De repente, trinta. Nos meses que antecedem, algumas sombras surgem. E dúvidas, e angustias. ¨<strong>Metade da minha vida</strong>¨ (produtiva, reprodutiva, etc) já se foi!</p>
<p>Há alguns pouquíssimos anos, quando cruzei o Cabo da Boa Esperança, uma pequena neurose se instalou. Faço aniversário em abril, junto com mais uns quinze ¨Dubiellas¨. Minha avó inclusa. E no níver dela, naquele ano, fizemos uma festa coletiva. Uma prima, na ocasião, observou: aqui atrás da tua cabeça tá se formando um espaço vazio! Acabou a festa para mim. E o pior: de fato, estava numa fase de queda de cabelo.</p>
<p>Comecei a puxar pela memória para saber quem da família era careca. Meu pai tem uma vasta cabeleira. Meus tios por parte de pai, também não tem problemas nessa área (dentro da cabeça, talvez). Opa, uma foto do ¨nono¨. É, poucos cabelos&#8230;E de um tio, por parte de mãe&#8230;Também. Já me via em igual situação. Mas as nuvens foram se dissipando, e o cabelo parou de cair. Foi uma fase de, como se diz, ¨troca de pêlo¨.</p>
<p>Tirando essa parte capilar, aos trinta estava (estou) bem melhor do que aos vinte. Auto-estima melhor, visão do mundo melhor, mais maduro. Um senão era a ociosidade causada pelo encerramento da faculdade, poucos meses antes. E o trabalho excessivo na empresa de então, e o stress como conseqüência, eram fardos pesados.</p>
<p>Enfim, foi uma fase. E a vida é isso, uma seqüência de ciclos que se completam e reiniciam, onde vai-se aprendendo o que te faz bem, o que você deve evitar, quem você conquistou, quem você deve manter a certa distância para não te prejudicar.</p>
<p>E voltando ao níver de hoje, dando as boas vindas ao <strong>Club Balzaca</strong> à esse amigo, falei alguns clichês, claro: ¨Veja a metade do copo cheia!” ou ¨Há vida depois dos trinta¨,  etecétera. Usando-se de uma metáfora botânica: é uma fase para colher os frutos, embora nem tudo sejam flores pelo caminho.</p>
<p>Saúde! O que mais desejar para quem tem talento?</p>
<div id="attachment_384" class="wp-caption alignleft" style="width: 370px"><img class="size-full wp-image-384  " title="River" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Cris-9.jpg" alt="Não mais tão boy....Fase nova e velhas lembranças..." width="360" height="254" /><p class="wp-caption-text">Não mais tão boy...Fase nova e velhas lembranças.</p></div>
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		<title>Vende-se Tudo</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 20:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[desapego]]></category>
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		<description><![CDATA[Recebi esse email hoje, cujo conteúdo combina com o que eu venho tentando fazer: ser menos materialista e apegado às coisas. É um exercício diário, esse de abrir mão de objetos e pertences que deixaram de ser usados no cotidiano&#8230;A seguir, uma bela história de desapego: ¨No mural do colégio da minha filha encontrei um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi esse email hoje, cujo conteúdo combina com o que eu venho tentando fazer: ser menos materialista e apegado às coisas. É um exercício diário, esse de abrir mão de objetos e pertences que deixaram de ser usados no cotidiano&#8230;A seguir, uma bela história de desapego:</p>
<p>¨No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma<br />
mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a<br />
família voltaria a morar nos Estados Unidos.</p>
<p>O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Outra mãe, ao meu lado, comentou:</p>
<p>- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.<br />
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.<br />
Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo<br />
apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de<br />
jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.</p>
<p>Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse.<br />
Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto.</p>
<p>Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.</p>
<p>Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma.</p>
<p>No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê.</p>
<p>No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou<br />
esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os<br />
travesseiros.<br />
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que<br />
aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material. Nunca mais me<br />
apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.<br />
Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que se torna cada<br />
vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não<br />
importando o tempo que estiveram presente na minha vida&#8230;</p>
<p>Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos à mesma emoção que tive na minha última noite no Chile.</p>
<p>Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época<br />
tinha dois anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio.</p>
<p>Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já<br />
que não tínhamos nem uma xícara em casa.</p>
<p>Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza.</p>
<p>&#8230; Só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir &#8230;&#8221;</p>
<p>Ps.: hoje me livrei de dois mapas da National Geographic e uma das revistas O Cruzeiro&#8230;E vocês, não tem nada para doar e ser mais útil a alguém?</p>
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		<title>Dia do Administrador</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 15:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[administração]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma data interessante, o dia de hoje: 09.09.09. E eis que também no dia nove de setembro se homenageia o Administrador, a profissão a qual cursei entre 1999 e 2004. Na foto abaixo, a turma de formandos, no longinquo 28 de fevereiro de 2004. Calor dos infernos com aquela roupa, mas todos sorrindo, com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma data interessante, o dia de hoje: <strong>09.09.09</strong>.<br />
E eis que também no dia <strong>nove de setembro</strong> se homenageia o Administrador, a profissão a qual cursei entre 1999 e 2004. Na foto abaixo, a turma de formandos, no longinquo 28 de fevereiro de 2004.<br />
Calor dos infernos com aquela roupa, mas todos sorrindo, com a sensação de mais uma etapa vencida.<br />
Ali estavam empresários bem sucedidos, futuros empreendedores, gerentes de grandes, médias e pequenas empresas, pessoas de relativo ou completo sucesso. Digo relativo pois alguns, mais do que outros, almejaram e buscaram ainda mais nas suas carreiras. É a eterna insatisfação movendo as pessoas, amém.<br />
Parabéns a todos dessa querida turma, que honra diariamente com seu trabalho a carreira de Administrador.</p>
<div id="attachment_336" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-336  " title="adm-2004" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/09/adm-2004-300x210.jpg" alt="A Dinastia:  Administradores para o progresso do Brasil " width="300" height="210" /><p class="wp-caption-text">A Dinastia: Administradores para o progresso do Brasil </p></div>
<div class="mceTemp"><strong>Obs.:</strong> não fosse a colega Saio, sempre organizadíssima e atenta, que nos mandou essa foto e as cordiais saudações, hoje a data passaria em branco aqui nesse espaço. À ela o nosso obrigado.</div>
<div class="mceTemp">E aproveitando a oportunidade para dizer o óbvio:  O Brasil precisa de mais administradores competentes e honestos, em oposição à tantos políticos ¨espertos¨ e corruptos. Tenho dito.</div>
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