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	<title>Dubiella &#187; Atualidade</title>
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	<description>O que dá na telha, lá em Brusque</description>
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		<title>Um aninho</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 01:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Blog do Dubi comemorando 1 aninho, hoje!   Esse mês de março, confesso, estou sem muita imaginação. Ou talvez, melhor dizendo, motivação. O noticiário é o mais do mesmo. Picaretagem no congresso, as bobagens do Lula mundo à fora, a Dilma inaugurando obrinhas do PAC, o Serra inaugurando maquete, o trânsito da cidade que um dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Blog do Dubi comemorando 1 aninho, hoje!  </p>
<p>Esse mês de março, confesso, estou sem muita imaginação. Ou talvez, melhor dizendo, motivação.</p>
<p>O noticiário é o mais do mesmo. Picaretagem no congresso, as bobagens do Lula mundo à fora, a Dilma inaugurando obrinhas do PAC, o Serra inaugurando maquete, o trânsito da cidade que um dia vai melhorar&#8230;O  Brasil, enfim,  funcionando &#8216;meia-boca&#8217;  como sempre. O consolo é que existem lugares piores. Venezuela, Cuba, Iraque, Irã&#8230;O Maranhão dos Sarney! Às vezes penso que, se o céu e o inferno são aqui mesmo na Terra, o Brasil é o tal purgatório. </p>
<p>Chega de pensar!!! Vamos ver,  então,  as coisas sobre outra ótica. Ver o lado cheio do copo! Opa! É isso. Ver as coisas que funcionam, que deram certo, que proporcionaram bons momentos&#8230;</p>
<p>- Comprei uns livros numa promoção do <strong>Submarino</strong>. Funcionou. Cinco livros por trinta e nove reais e entregues rigorosamente no prazo, sem custos extras.</p>
<p>- Uma receita de <strong>beringela</strong> no forno finalmente deu certo, para amenizar vexames de outrora. E a receita pôde ser aplicada com frango,  batatas, e rendeu até um almoço razoável para os amigos chegados no último sábado. Só passo a receita por email.  Me recuso a transformar esse blog num &#8220;momento Ana Maria Braga&#8221;.</p>
<p>- Assisti <em><strong>Bastardos Inglorios</strong></em>. Interessante o filme. E, já estragando o prazer daqueles que não viram, foi ótimo ver a versão do Tarantino, acabando com o Segunda Guerra Mundial numa sessão de cinema. </p>
<p>- Um pileque de <strong>vodka com energético e suco</strong>&#8230;.lá na Brava. Pior de tudo: ser flagrado  no Angeloni, comprando Engov e cercando ganso. Aéreo total. Não estava dirigindo, não!  Levemente embriagado, mas consciente. Ou nem tanto&#8230;Ver o copo &#8220;meio cheio&#8221; . Esse é o lema.</p>
<p>Vou tentar atualizar o blog em abril com mais frequência, renovado pela Páscoa que se aproxima, pela data natalícia que já está aí, pelos milhares de fãs que me cobram idéias, sugestões, etc etc etc. Não é fácil ser  um <strong>FO &#8211; formador de opinião -</strong>  on line e full time!</p>
<p><strong>Algumas estatísticas:</strong> 79 post publicados, 142 comentários, média de 6.58 post por mês,  ou mais de 1 por semana&#8230;Ufa, cansei. Vou para Bahia, tomar uma água de côco numa rede e ler jornal de letra grande, para não cansar as  vistas.</p>
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		<title>O Muro de Berlim e o Apagão</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 00:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Dois eventos distintos, ocorridos na última semana. Dia nove de novembro, relembrou-se a queda do Muro de Berlim, o vigésimo aniversário desse evento que mudou a história recente. No dia seguinte, dia 10.11, boa parte dos brasileiros ficaram às escuras, no apagão versão 2009. Mas, afinal, o que alhos teriam a ver com bugalhos? Relembrando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois eventos distintos, ocorridos na última semana. Dia nove de novembro, relembrou-se a <strong>queda do Muro de Berlim</strong>, o vigésimo aniversário desse evento que mudou a história recente. No dia seguinte, dia 10.11, boa parte dos brasileiros ficaram às escuras, no <strong>apagão versão 2009.</strong> Mas, afinal, o que alhos teriam a ver com bugalhos? Relembrando algumas coisas que li e ouvi nos últimos dias sobre esses acontecimentos tão distintos:</p>
<p>O que motivou a construção do muro em Berlim, em 1961, foi fazer com que os alemães do lado oriental não pudessem testemunhar a pujança e o progresso do lado capitalista da Alemanha. Aproximadamente três milhões dos que habitavam a banda oriental haviam se mudado desde 1949, ano da partilha oficial nas duas Alemanhas. Preocupados em ficar sem povo para governar, os governantes comunistas optaram pelo método mais barato e eficaz: aprisionar seus cidadãos. E mantê-los alienados, o quanto podiam, já que eram incompetentes (ainda que alemães) para obter igual sucesso econômico e social  no seu lado. A região de Dresden, montanhosa, onde antenas comuns não captavam os canais da TV alemã ocidental, ficou conhecida como o <strong>Vale dos Inocentes</strong>. Nada do mundo exterior era sabido. (Lembrou-me um bairro de Brusque, pré-antenas parabólicas.)</p>
<p>Mas enfim, revendo tudo isso, foi inevitável fazer um paralelo entre a alienação dos alemães-orientais com as desculpas do nosso governo, após o apagão da última terça feira.<br />
Querer justificar a falha, atribuindo à um relâmpago? O sistema é tão vulnerável assim? Nunca, na história desse país, houve tanto ¨planejamento e obras de infra-estrutura¨ para garantir o crescimento da nação, não é?</p>
<p>Pior: ficar comparando o apagão da era FHC com o apagão da era PAC. Eles acham realmente que O Vale dos Inocentes é aqui! Uma sucessão de informações desencontradas e nebulosas. Para um país que possui compromissos como a Copa do Mundo, as Olimpíadas e principalmente, crescer e prosperar para tirar milhões da pobreza, as respostas precisam ser mais convincentes. E, principalmente, devem investir e prevenir para que situações semelhantes sejam ainda mais raras.  Que a luz esteja conosco!</p>
<p><strong>PS.:</strong> um filme interessante para assitir: <strong>Adeus, Lênin</strong>. Muito divertido, retrata com maestria os estertores da Alemanha Oriental.  Outro filme muito bom sobre a vida na Alemanha comunista chama-se <strong> A vida dos Outros</strong>. Ambos imperdíveis.</p>
<p>Já sobre o apagão, ainda não tem um filme específico, brasileiro&#8230;Lembrei! Talvez  <strong>Sábado</strong>&#8230;Há uma cena ilária de pessoas trancadas no elevador com um cadáver.</p>
<p>Acesse: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A1bado_(filme)">http://pt.wikipedia.org/wiki/Sábado_(filme)</a></p>
<div id="attachment_424" class="wp-caption alignleft" style="width: 200px"><img class="size-full wp-image-424 " title="adeus_lenin[14676]" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/11/adeus_lenin146761.jpg" alt="Haverá um Adeus, Lula! ?" width="190" height="270" /><p class="wp-caption-text">Haverá um Adeus, Edison Lobão! ?</p></div>
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		<title>A Evolução do Ensino da Aritmética</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 14:50:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Recebi essa semana um email com o conteúdo abaixo. Bem, não sei ao certo como estão ensinando nos dias de hoje. Mas percebe-se que é uma geração bastante mal-educada, no amplo sentido da palavra. Resta, então, a piada sobre a desgraça que é a educação brasileira. ¨Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi essa semana um email com o conteúdo abaixo. Bem, não sei ao certo como estão ensinando nos dias de hoje. Mas percebe-se que é uma geração bastante mal-educada, no amplo sentido da palavra.<br />
Resta, então, a piada sobre a desgraça que é a <strong>educação brasileira</strong>.</p>
<p>¨Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação,<br />
datilografia&#8230;</p>
<p>Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas<br />
Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional,<br />
hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas..</p>
<p>Leiam relato de uma Professora de Matemática:</p>
<p>Semana passada comprei um produto que custou R$15,80. Dei à<br />
balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para<br />
evitar receber ainda mais moedas.<br />
A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina<br />
registradora, aparentemente sem saber o que fazer.</p>
<p>Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas<br />
ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.<br />
Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava<br />
explicar e ela aparentemente continuava sem entender. Por que<br />
estou contando isso?</p>
<p>Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950,<br />
que foi assim:</p>
<p>1. Ensino de matemática em 1950:<br />
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de<br />
produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?</p>
<p>2. Ensino de matemática em 1970:<br />
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de<br />
produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$80,00. Qual é o lucro?</p>
<p>3. Ensino de matemática em 1980:<br />
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de<br />
produção é R$80,00. Qual é o lucro?</p>
<p>4. Ensino de matemática em 1990:<br />
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de<br />
produção é R$80,00. Escolha a resposta certa, que indica o<br />
lucro:<br />
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00</p>
<p>5. Ensino de matemática em 2000:<br />
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de<br />
produção é R$80,00. O lucro é de R$ 20,00.</p>
<p>Está certo? ( )SIM ( ) NÃO</p>
<p>6. Ensino de matemática em 2009:<br />
Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de<br />
produção é R$ 80,00.Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.<br />
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00</p>
<p>7. Em 2010 vai ser assim:<br />
Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de<br />
produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$<br />
20,00. (Se você é afrodescendente, especial, indígena ou<br />
de qualquer outra minoria social não precisa responder)<br />
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00<br />
( )R$80,00 ( )R$100,00¨</p>
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		<title>Octacampeão</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 22:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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		<category><![CDATA[Orgulho Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[vôlei]]></category>

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		<description><![CDATA[Tá aí, uma marca expressiva no mundo dos esportes! Pela oitava vez, a seleção nacional de vôlei conquistou o campeonato da Liga Mundial, que reúne somente as melhores seleções. No país onde a idolatria histérica gira em torno do futebol, e de forma desmerecida alguns ganham milhões, e a mídia esportiva debate horas qualquer pelada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tá aí, uma marca expressiva no mundo dos esportes! Pela oitava vez, a seleção nacional de <strong>vôlei</strong> conquistou o campeonato da <strong>Liga Mundial</strong>, que reúne somente as melhores seleções.<br />
No país onde a idolatria histérica gira em torno do futebol, e de forma desmerecida alguns ganham milhões, e a mídia esportiva debate horas qualquer pelada, acho importante destacar e ovacionar outros esportes e conquistas. E essa marca, de oito campeonatos, é uma façanha e tanto, para um esporte em que lá no início dos anos 80, o Brasil tinha zero de resultados expressivos.</p>
<p>O primeiro campeonato da Liga, conquistado pelo Brasil, foi em <strong>1993</strong>. Lembro muito bem. Na ocasião, pude ficar em casa, acompanhando os jogos finais, disputados no Brasil. O motivo: atestado médico por <strong>catapora</strong>. Aquele time já havia conquistado o ouro nas Olimpíadas de Barcelona, no ano anterior. Mas depois dessa primeira conquista, demorariam muitos anos para voltarem ao topo do pódio. Nessa primeira década do século XXI, porém, dos nove campeonatos disputados, <strong>sete</strong> vieram para a pátria de chuteiras. Igualaram-se aos italianos nesse ano, com o oitavo título. E como o torneio foi criado em 1990, fazendo-se as contas fica fácil perceber que sobraram poucos títulos para outros países.</p>
<div id="attachment_251" class="wp-caption alignleft" style="width: 420px"><img class="size-full wp-image-251  " title="liga2009" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/07/liga2009.jpg" alt="Time octacampeão da Liga - 2009" width="410" height="265" /><p class="wp-caption-text">Time octacampeão da Liga - 2009</p></div>
<p>Minha relação com o vôlei sempre foi de admiração à distância e também um pouco traumatizante. Como, aliás, com todos os esportes que envolvem reflexo rápido. No período do ginásio (hoje ensino fundamental) eu era o pato que ficava por último a ser chamado para a formação de algum time, nas aulas de educação física. O professor tinha que escolher qual o time <strong>azarado</strong> eu participaria e certamente ajudaria a afundar&#8230;Vai Vilmar! Olha a bola Vilmar! Pega! Pega! E só manchetes no ar. Era um vexame total.</p>
<p>Bem que eles podiam jogar a bola mais devagar. Mas não, só vinham cortadas na minha direção. Que falta que uma boa visão faz na escola – pelo menos  para educação física. Raios! E vendo os jogos hoje em dia e na evolução das regras, e no porte físico necessário para atuar decentemente&#8230;Só nascendo de novo. Bem, cada um com seus talentos, não é? E é bom saber que no Brasil não tem faltado jogadores e jogadoras talentosas para conquistar mundo à fora campeonatos e medalhas.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre a liga</strong>: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Liga_Mundial_de_Voleibol">http://pt.wikipedia.org/wiki/Liga_Mundial_de_Voleibol</a></p>
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		<title>Educação &#8211; ontem e hoje</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 14:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bom-humor]]></category>
		<category><![CDATA[Charge]]></category>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Divulgando uma charge muito criativa, recebida por email hoje: Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável: &#8220;Todo mundo &#8216;pensando&#8217; em deixar um planeta melhor para nossos filhos&#8230; Quando é que &#8216;pensarão&#8217; em deixar filhos melhores para o nosso planeta?&#8221; Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Divulgando uma charge muito criativa, recebida por email hoje:</p>
<div id="attachment_176" class="wp-caption alignleft" style="width: 355px"><img class="size-full wp-image-176  " title="Educação" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Educação.jpg" alt="A educação dos ¨anjinhos¨ de hoje foi terceirizada" width="345" height="235" /><p class="wp-caption-text">A educação dos ¨anjinhos¨ de hoje foi terceirizada</p></div>
<p>Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável:</p>
<p><strong>&#8220;Todo mundo &#8216;pensando&#8217; em deixar um planeta melhor para nossos filhos&#8230; </strong></p>
<p><strong>Quando é que &#8216;pensarão&#8217; em deixar filhos melhores para o nosso planeta?&#8221;</strong></p>
<p>Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive&#8230;o papel da escola é passar o conhecimento e não a educação.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Curtas e Longas</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 23:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>
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		<description><![CDATA[Curtas: Deu na Globo News Ingressos para o funeral de Michael Jackson. Um milhão e meio de internautas se cadastraram para o sorteio de DOIS ingressos, afim de poderem participar do evento que há dias se arrasta no noticiário. Como é que é? Ingresso para funeral? Ouvi direito? Pois então, foi isso mesmo. Fosse um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Curtas</strong>: Deu na <em>Globo News</em></p>
<p>Ingressos para o funeral de Michael Jackson. Um milhão e meio de internautas se cadastraram para o sorteio de <strong>DOIS</strong> ingressos, afim de poderem participar do evento que há dias se arrasta no noticiário.</p>
<p>Como é que é? Ingresso para funeral? Ouvi direito? Pois então, foi isso mesmo. Fosse um pobre, em menos de 24 h já estaria à sete palmos. Mas, para uma vida excêntrica como a dele, normal é ter um enterro anormal, até com ingressos sorteados pela internet.</p>
<p><strong>Longas</strong>: Deu no <em>Estado de  São Pau</em>lo e no <em>Terra</em></p>
<p>Qual cidadão desta terra não sabia disso? Ou, vá lá, suspeitava, já que todos são inocentes até provar-se ao contrário. Veja o link abaixo:</p>
<p><a href="http://noticias.terra.com.br:80/brasil/interna/0,,OI3856419-EI7896,00-ONG+aponta+desvio+de+cerca+de+R+mi+em+prefeitura+de+SC.html">http://noticias.terra.com.br:80/brasil/interna/0,,OI3856419-EI7896,00-ONG+aponta+desvio+de+cerca+de+R+mi+em+prefeitura+de+SC.html</a></p>
<p>Onde foi parar o dinheiro? Disso, não sabemos e nunca saberemos. Mas, o que vocês acham da foto que ilustra esse pequeno texto? Para mim, ela representa bem o que houve por essas bandas nos últimos 20 anos&#8230;Alguns se fartaram das benesses, enquanto o povo da Terra dos Marrecos, como diria o Lula Molusco, ¨sifu¨&#8230;</p>
<div id="attachment_170" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-170" title="Cu de Brusque" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Cu-de-Brusque-300x225.jpg" alt="A escultura que representa bem como ficou a Terra dos Marrecos" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">A escultura que representa bem como ficou a Terra dos Marrecos</p></div>
<p>O que vai acontecer? Nada, absolutamente nada, na minha humilde opinião. Se em Brasília, no Congresso Nacional, fazem o que fazem, e nada acontece além de manchetes de jornais, imaginem aqui na província de São Luis Gonzaga.</p>
<p>Ah, se o povo deixasse de ser tão ignorante, e de se vender por tão pouco! E ainda há os defensores do ¨rouba mas faz¨&#8230;Fez o que mesmo? Um <strong>esqueleto</strong> <strong>de concreto</strong>, com uma única parede pintada, no centro da cidade. E desencavou <strong>um túnel</strong> que liga o nada à lugar nenhum. E mais um terreno baldio com um grande buraco, onde haveria <strong>um teatro</strong> (muito útil onde não se tem nem estradas decentes). E ainda <strong>um pórtico</strong> com bois e cavalos, representando bem os muitos que trabalham para sustentar alguns poucos (desmantelado à tempo, antes de pagarmos um grande mico).</p>
<p>Vamos em frente, porém, pois a roda da história não pára. Uma hora, depois de tanto errar, aprende-se a fazer as escolhas sensatas, ou menos ruins. Sim, porque a realidade a nós imposta é tentar escolher – para os que acham que votar adianta alguma coisa &#8211; quem causará menos danos e <strong>atrapalhará menos</strong> o nosso dia a dia no local aonde vivemos.</p>
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		<title>O IPI reduzido: filantropia à moda brasileira.</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 00:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tambores rufam: mantiveram a redução do IPI por mais algum tempo! Antes o desconto servia para a compra de automóveis, até março. Depois, protelaram para junho e ampliaram o número de produtos, incluindo a linha branca e materiais para construção civil. Hoje anunciaram com pompa o ¨grande favor¨ de não cobrarem o IPI integral até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tambores rufam: mantiveram a redução do <strong>IPI</strong> por mais algum tempo! Antes o desconto servia para a compra de automóveis, até março. Depois, protelaram para junho e ampliaram o número de produtos, incluindo a linha branca e materiais para construção civil. Hoje anunciaram com pompa o ¨grande favor¨ de não cobrarem o IPI integral até o final do ano.</p>
<p>Uma pergunta singela: faria falta não cobrar mais o IPI na totalidade? Se podem abrir mão por tanto tempo, por que não abolir de vez o valor total desse tributo? Ainda sobrariam tantos outros impostos que, por gerações, poderiam continuar brigando pelas ¨tetas¨ da arrecadação.</p>
<p><strong>Quarenta e sete por cento</strong>. Esse é o valor médio dos impostos cobrados sobre um equipamento para academia, uma esteira ou bicicleta ergométricas. <strong>Vinte por cento</strong>, só de IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados. Ressalta-se que, em última análise, são equipamentos destinados para a população manter-se mais em forma e saudável. Deveria era haver isenção de tributos. Mas no Brasil&#8230;</p>
<p>Um uruguaio, argentino ou paraguaio, só para ficar nas vizinhanças do Mercosul, quando adquirem um produto de fitness fabricado aqui, pagam <strong>mais barato do que um brasileiro</strong>. É revoltante constatar que o mesmo produto que segue para o Rio Grande do Sul, por exemplo, custa quase 50 % a mais do que o mesmo que atravessa a fronteira, pela ¨isenção¨ às exportações. Claro que os governos <em>hermanos</em> cobram as suas respectivas taxas, etc. Mas que dá raiva, isso dá.</p>
<p>Governos de lá, governo de cá. Quem produz, vende, transporta, conserta, faz girar a economia, enfim, leva nas costas os três poderes e sua gigantesca, universal e atemporal incompetência. E ainda posam de benfeitores quando protelam por alguns meses o recolhimento do seu gordo quinhão.</p>
<p>É como se fosse uma espécie de <strong>Dia do Fico</strong> moderno: ¨Diga ao povo que fico¨, falou Dom Pedro há quase dois séculos, decidindo permanecer no calor dos trópicos por mais algum tempo. Já o ¨Lula na Mantega¨ disse que ¨Fica mais um tempo com  IPI menor¨, para salvar o emprego da população. Essa é a filantropia dos governos no Brasil.</p>
<div id="attachment_157" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-157" title="image0023" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/06/image00231.jpg" alt="Eles dizem: nós ajudamos você! " width="400" height="299" /><p class="wp-caption-text">Eles dizem: nós ajudamos você! </p></div>
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		<title>Perguntas idiotas</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 18:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Idiotices]]></category>
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		<description><![CDATA[Michael Jackson morreu. Imprensa em polvorosa. Especulações e causas possíveis, clips e músicas relembradas do Rei do Pop. Na falta do que dizer depois de tudo o que já foi dito e sabido, repórteres se lançam às ruas. E lá vem uma saraivada de perguntas imbecis. Exemplo: hoje pela manhã, no primeiro noticiário da Record, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Michael Jackson morreu. Imprensa em polvorosa. Especulações e causas possíveis, clips e músicas relembradas do Rei do Pop. Na falta do que dizer depois de tudo o que já foi dito e sabido, repórteres se lançam às ruas. E lá vem uma saraivada de perguntas imbecis.<br />
Exemplo: hoje pela manhã, no primeiro noticiário da Record, um infeliz aborda alguém na rua e pergunta:<br />
- O que Michael Jackson representava para você?<br />
- Ah, eu gostava de algumas músicas dele, acho que é mais um talento perdido&#8230;bla bla bla.<br />
Resposta padrão.<br />
A seguinte pergunta do repórter, ao mesmo entrevistado:<br />
- E agora?<br />
Silêncio. Entrevistado mudo. Fiquei constrangido por ele. Como ¨e agora¨? O que responder à um idiota desses?<br />
Pensei em algumas alternativas que fariam jus à falta de imaginação do repórter:<br />
¨Pô meu, vou jogar os discos dele fora¨. ¨Ah cara, meu mundo acabou¨. ¨Uma pena. Não pude perguntar à ele os cremes que ele usava para proteger a pele branca¨. ¨E agora? E agora deixa eu ir pro trabalho, seu mané¨.</p>
<p>Pelo amor! A ansiedade da imprensa em ¨criar conteúdo¨ para ocupar horas infinitas de noticiário falado, escrito e televisionado não tem mais limites. Perderam a noção dos fatos e do que é cabível. Sinal dos tempos? Essa overdose de informação tem demanda na população? Não sei ao certo, mas é irritante ver e ouvir, seja nas raras vezes que ligo a TV, ou também na internet, ou ouvindo o rádio, tanta bobagem. Um verdadeiro massacre sobre o mesmo assunto. Fora do Brasil, seriam assim também?</p>
<p>Tupis e guaranis: por favor, por favor, recobrem a sensatez. Para o bem da sua profissão. E para nós, o povo que vos escuta, não nos sentirmos e não sermos tratados como um bando de retardados.</p>
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		<title>Falta alegria em nossas vidas</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 02:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O texto que segue, com o título acima, foi magistralmente escrito por Lya Luft, em uma de suas colunas na Veja, em 2005. Gostei tanto, à época&#8230;Cada cena descrita refletia o que pensava, o que vivenciava. Colegas reclamando da vida, eu reclamando da vida. De certa forma, é um dos textos que aprecio reler eventualmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto que segue, com o título acima, foi magistralmente escrito por Lya Luft, em uma de suas colunas na <em>Veja</em>, em 2005. Gostei tanto, à época&#8230;Cada cena descrita refletia o que pensava, o que vivenciava. Colegas reclamando da vida, eu reclamando da vida. De certa forma, é um dos textos que aprecio reler eventualmente, para resgatar o ânimo, para contabilizar as coisas boas conquistadas, os amigos somados, as experiências – as boas, principalmente – adquiridas. E concluir que, sim, vale a pena estar aqui.  Boa leitura!</p>
<p>¨Meu Deus, como andamos chatos, dei-me conta outro dia. Não paramos de reclamar. Muitas vezes com razão: os impostos, o custo de vida, o desemprego, a violência, a prolongada adolescência dos filhos, a súbita falsidade de alguém em quem confiávamos tanto, a velhice complicada dos pais, a pouca autoridade das autoridades, a nossa própria indecisão. As rápidas mudanças na sociedade, alguns ainda tentando arrastar o cadáver dos valores que precisam ser mudados, outros tentando impor a anarquia quando a gente devia era renovar, e não bagunçar.</p>
<p>Pensei que uma das coisas que andam ficando raras é a alegria, e comentei isso. Alguém arqueou uma sobrancelha: &#8211; Alegria? A palavra está até com cheiro de mofo&#8230;Tanta coisa grave acontecendo, tanta tragédia, e você falando em alegria?</p>
<p>Pois comecei a me entusiasmar com a idéia, e provocativamente fui contando nos dedos os motivos que deveriam levar a que o grupo se alegrasse: a lareira crepitava na noite fria, uma amizade generosa circulava entre nós, três bebês dormiam ali perto, na sala ao lado, ouvia-se risadas e, apesar de sermos na pequena roda mais ou menos calejados pelas perdas da vida, tínhamos os nossos ganhos em experiência, amores, conhecimento, esperança.</p>
<p>Nenhum de nós desistira da jornada. Nenhum de nós era um malfeitor, um ser desprezível, ao contrário: a gente estava na luta, tentando ser decente, tentando superar os próprios limites.</p>
<p>Havia marcas da passagem do tempo em todos os rostos: ninguém se fizera deformar pelo fanatismo da juventude eterna, mas todos se gostavam suficiente para não se deixar cair feito um trapo velho.</p>
<p>Olhei em torno e gostei de nós: ali se viam belos cabelos pintados e belos cabelos brancos, rostos interessantes que tinham visto muita coisa, bocas marcadas que haviam dado muitas risadas e pronunciado palavras amorosas, mas também falado coisas duras, silenciado quem sabe ternuras difíceis, ocultado queixas que deveriam ter sido lançadas.</p>
<p>Mãos que tinham segurado bebês, conduzido crianças, confortado adolescentes, cuidado de velhos doentes, fechado pálpebras, dirigido automóveis, segurado ombros, fendido ondas, tapado o rosto em pranto solitário &#8211; quantas vezes?</p>
<p>Éramos tão humanos, tão desvalidos e tão guerreiros, o pequeno grupo de amigos diante da lareira na noite fria, como centenas, milhares de outros, homens, mulheres, crianças, entre os dois mistérios do nascer e do morrer.</p>
<p>Repeti a minha pequena heresia: &#8211; Eu acho que uma das coisas que andam faltando, além de emprego, decência e tanta coisa mais, é alegria. A gente se diverte pouco. Andamos com pouco bom humor. Érico Veríssimo, velho amigo amado, uma de minhas mais duras perdas, me disse quando eu era muito jovem: ¨ Lya, em certos momentos, o que nos salva nem é o amor, é o humor¨.</p>
<p>Um riso bom ou um sorriso terno em meio a toda crueldade, falsidade, hipocrisia, violência de acusações abjetas, de calúnias vis, de corrupção escandalosa, de desagregação familiar melancólica, de mentira secreta e venenosa podem nos conformar e devolver a esperança¨.</p>
<div id="attachment_145" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-145 " title="rafa" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/06/rafa-300x225.jpg" alt="A nova fonte de alegria dos Dubiella" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">A nova fonte de alegria dos Dubiella</p></div>
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		<title>Livro: Uma Breve História do Século XX</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 01:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[Terminei há poucos dias de ler o livro do título acima. Sempre gostei de História, embora alguns considerem anormal isso. Enfim, cada um com suas preferências. O livro apresenta um relato breve sobre os principais acontecimentos ocorridos durante o século passado e que moldaram a vida como nós a compreendemos atualmente. As grandes guerras, os múltiplos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terminei há poucos dias de ler o livro do título acima. Sempre gostei de História, embora alguns considerem anormal isso. Enfim, cada um com suas preferências. O livro apresenta um relato breve sobre os principais acontecimentos ocorridos durante o século passado e que moldaram a vida como nós a compreendemos atualmente. As grandes guerras, os múltiplos avanços tecnológicos, quais nações se elevaram, quais diminuíram sua influência. Numa espécie de leitura dinâmica, absorve-se informações de variados temas e também acaba-se tendo a noção exata do papel do Brasil no contexto relatado: praticamente nulo.</p>
<p>O autor, australiano, não puxa brasa para nenhuma sardinha, diga-se de passagem. Mas algumas das raras situações do livro em que o Brasil se faz citado geralmente são deprimentes. A Argentina, por exemplo, foi melhor apresentada, nas citações esporádicas em que o escritor voltou-se para a América do Sul. Me apropriando dos relatos expostos no livro, seguem algumas dessas ¨verdades¨ nuas e cruas:</p>
<p>¨No início do século 20, o Brasil era considerado um gigante adormecido que um dia poderia despertar&#8230;Possuía as maiores áreas do mundo com seringueiras – uma commodity vital às vésperas da era dos automóveis, e também o principal fornecedor de diamantes, até o surgimento do garimpo Kimberley, na África do Sul&#8230;Era rico em recursos, <strong>mas geralmente incapaz</strong> <strong>de explorá-los</strong>”.</p>
<p>¨Seu principal rival era a Argentina, um país de prosperidade. A maioria dos viajantes que aportava no Rio de Janeiro e depois seguia para Buenos Aires <strong>costumava preferir a capital argentina em todos os aspectos</strong>, com exceção da paisagem¨.</p>
<p>E sobre a participação das nações latino-americanas na criação da ONU: ¨Uma reclamação que ecoava por toda parte era a de que as nações da América Latina, <strong>que nada haviam feito para vencer a guerra</strong>, agora possuíam uma soma considerável de votos.¨</p>
<p>Eis o ponto de vista sobre a nossa relevante participação junto aos Aliados: para os mais ufanistas, os 25 mil pracinhas enviados para o front italiano merecem todas as honras nacionais. Porém, pelo comentário ácido do autor, nota-se o desprezo sob o ponto de vista estrangeiro de tal fato.</p>
<p>Que o Brasil evoluiu no desenrolar das últimas décadas, todos nós sabemos que sim. Basta conversar com os mais ¨antigos¨ e  sempre se extrai alguma comparação das dificildades de tempos passados em relação à atualidade. Agora, se melhorou como teríamos potencial para fazê-lo, daí já é outra história.</p>
<p>Excetuando-se a participação em guerras (uma universal estupidez), continuamos a ser grandes exportadores de commodities, a arrancar da terra e enviar para outros cantos do planeta o que a natureza oferece, e só. São poucas as exceções para confrontar com esse fato. Para onde se olha, sabemos que tudo poderia ser bem melhor, não fosse a cultura atrasada reinante.</p>
<p>Quem sabe, com uma nova classe de homens públicos e mais educação, em algumas gerações possamos chegar à um novo patamar, entre os países que de fato sejam evoluídos. Daí alguém poderá descrever sobre o tal país gigante, que despertou e possibilitou ao seu povo citações mais honrosas na  história.</p>
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