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	<title>Dubiella &#187; Ensaios</title>
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	<description>O que dá na telha, lá em Brusque</description>
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		<title>TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 15:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito oportunamente recebi por email o artigo que segue. E já comprovei que a teoria abaixo nos acomete de diferentes modos, seja no trabalho ou onde moramos, e até mesmo nos relacionamentos. Talvez  até se possa relacionar a um Programa de 5 S´s, usado nas organizações como base para aperfeiçoar a qualidade no amplo sentido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito oportunamente recebi por email o artigo que segue. E já comprovei que a teoria abaixo nos acomete de diferentes modos, seja no trabalho ou onde moramos, e até mesmo nos relacionamentos. Talvez  até se possa relacionar a um Programa de 5 S´s, usado nas organizações como base para aperfeiçoar a qualidade no amplo sentido da palavra.<br />
Vale a pena ler e se posicionar sobre o que estamos fazendo.</p>
<p>¨Artigo baseado no livro &#8220;Broken Windows&#8221; by James Q. Wilson and George  L. Kelling¨</p>
<p>Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas abandonadas na via pública, duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor. Uma deixou em Bronx, na altura de uma zona pobre e  conflituosa de   Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da  Califórnia.  Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em Psicologia Social estudando as condutas das pessoas em cada sítio.</p>
<p>Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em  poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta. É comum atribuir à pobreza as causas de delito. Atribuição em que  coincidem  as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e esquerda).  Contudo, a experiência em questão não terminou aí, quando a viatura  abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma  semana  impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo  Alto.</p>
<p>O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado  que  o do bairro pobre. Por que que o vidro partido na viatura abandonada num  bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo  delituoso?  Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.</p>
<p>Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de  deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os  códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como que  vale  tudo. Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna  incontrolável,  desembocando numa violência irracional.</p>
<p>Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling),  desenvolveram a &#8216;Teoria das Janelas Partidas&#8217;, a mesma que de um ponto de  vista criminalístico, conclui que o delito é maior nas zonas onde o  descuido, a sujidade, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um  vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente  estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de  deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.</p>
<p>Se se cometem &#8216;pequenas faltas&#8217; (estacionar em lugar proibido, exceder o  limite de velocidade ou passar um semáforo vermelho) e as mesmas não são  sancionadas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez  mais  graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior  violência quando estas pessoas forem adultas. Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são  progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas  por temor a criminalidade), estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são  progressivamente ocupados pelos delinquentes.</p>
<p>A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados  da  década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto  mais  perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões:  graffitis deteriorando o lugar, sujidade das estacões, ebriedade entre o  público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens.  Os  resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do  metrô um lugar seguro.<br />
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York,   baseado  na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma  política de &#8216;Tolerância Zero&#8217;. A estratégia consistia em criar  comunidades  limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos  os índices criminais da cidade de Nova York.</p>
<p>A expressão &#8216;Tolerância Zero&#8217; soa como uma espécie de solução  autoritária  e  repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção  de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o   delinquente,  nem da prepotência da polícia, de fato, a respeito dos abusos de  autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero. Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas  tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades  limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da  convivência social humana.</p>
<p>A foto abaixo ilustra uma dessas ¨janelas partidas¨ do cotidiano. Um acidente, há 30 dias, demoliu o ponto de ônibus em frente de onde eu trabalho. Avisamos DER e Prefeitura sobre o perigo dos destroços à margem de uma rodovia. Nada foi feito, infelizmente. Apenas  mais um pequeno problema deixado de lado.</p>
<div id="attachment_601" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2010/05/ponto-de-ônibus.jpg"><img class="size-medium wp-image-601" title="ponto de ônibus" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2010/05/ponto-de-ônibus-300x225.jpg" alt="Já tem 30 dias que um acidente demoliu o ponto de ônibus em frente da empresa onde trabalho. Avisamos DER e Prefeitura, sem sucesso. Uma janela quebrada a mais, apenas." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Teoria das Janelas Quebradas na prática.</p></div>
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		<title>Memória Olfativa</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>
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		<description><![CDATA[¨Zapeando¨ pelos canais da tv me deparei com um debate sobre as memórias olfativas. Quais cheiros remetiam aquelas pessoas à infância ou à alguma outra época, ou acontecimentos especiais que marcaram a alma delas. Os impulsos olfativos, se assim pode-se chamar, são processados na mesma área das nossas lembranças. Daí a explicação de sentirmos algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>¨Zapeando¨ pelos canais da tv me deparei com um debate sobre as memórias olfativas. Quais cheiros remetiam aquelas pessoas à infância ou à alguma outra época, ou acontecimentos especiais que marcaram a alma delas. Os impulsos olfativos, se assim pode-se chamar, são processados na mesma área das nossas lembranças. Daí a explicação de sentirmos algum aroma e nos lembrarmos imediatamente de algo que nos tenha sido agradável ou, infelizmente, trágico.</p>
<p>Comigo ocorre  certas recordações ao sentir alguns aromas. Por exemplo: <strong>óleo</strong> <strong>Johnson</strong> me lembra praia! Lá distante, nos anos oitenta, quando ainda não se tinha acesso a tal profusão de protetores solares,  de ¨trocentos¨ níveis, nem pós sol, nem pré-sal, etc.  E dá-lhe óleo Johnson. A areia colando&#8230;As crianças eram um bando de coxinhas ambulantes.</p>
<p>O mesmo acontece com alguns perfumes&#8230;Aquele usado em tal época me faz lembrar de tais pessoas conhecidas, os encontros e desencontros, paixão e decepção. Alguns cheiros são mais trágicos. De hospital, por exemplo. Tristeza na certa. Já o cheiro de formol me lembra uma visita ao laboratório de anatomia da UFSC, lá em 1992. Não entrei, ficando ao longe, observando de soslaio &#8211; vendo e não querendo ver &#8211; o que se passava lá dentro.</p>
<p>Já o cheiro de aço usinado, misturado com o cheiro de óleos e outros produtos metalúrgicos, trás a lembrança do meu primeiro dia de trabalho. Acostumado até então somente ao ambiente escolar,  me senti literalmente jogado ao fogo ou aos leões, tendo que se deparar com as primeiras cobranças profissionais, as críticas, as caras-feias. E também, felizmente, com alguns sorrisos acolhedores de boas vindas.</p>
<p>Cheiro de carro novo! Cheiro de chocolate! Os cheiros de algumas comidas. Agora, nos meses de novembro e dezembro, fica no ar um cheiro de festas e férias. Aí já não são só os aromas típicos da época – de panetone, por exemplo &#8211; mas  todos os sentidos  ficam estimulados pelo clima natalino. Os cheiros e as lembranças, enfim, unidos nos mesmo canto das nossas cabeças. E nos unindo aos  momentos e pessoas inesquecíveis.</p>
<p>E com você? Que cheiros fazem a sua cabeça? Que aromas fazem você viajar ao passado, nas boas e antigas  emoções?</p>
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		<title>Vaidade</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:22:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<category><![CDATA[revista]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma matéria da revista VIDA SIMPLES&#8230;Vaidade, essa sensação de ser especial, ou de querer ser especial, de se sentir superior&#8230; Bem, vou comentar primeiro a minha relação com a revista. Certa vez, já tem alguns anos, me deparei com essa publicação, cuja matéria de capa era morar só. Na época a intenção era migrar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma matéria da revista <strong>VIDA SIMPLES</strong>&#8230;Vaidade, essa sensação de ser especial, ou de querer ser especial, de se sentir superior&#8230;</p>
<p>Bem, vou comentar primeiro a minha relação com a revista. Certa vez, já tem alguns anos, me deparei com essa publicação, cuja matéria de capa era <strong>morar só</strong>. Na época a intenção era migrar para outras paragens&#8230;Enfim, não deu certo por uma sucessão de eventos – e talvez aquela mistura terrível de covardia com comodidade, tanto faz – e acabei ficando aonde estou. Mas virei leitor assíduo da publicação, que traz algumas coisas úteis e exeqüíveis para o meu dia a dia. Em linhas gerais, uma convivência simples e harmoniosa com o meio e com os que nos cercam.</p>
<p>Mas&#8230;voltando ao tema <strong>Vaidade</strong>: a sensação de usar uma roupa nova, ou de estar num lugar bacana jantando, ou de passear com um carro maneiro&#8230;Boa, não é? Porém, e quando o único objetivo do indivíduo  é esse? E algumas pessoas começam a fazer qualquer coisa,  para usufruírem desses momentos e sensações tão fugazes? Então está revelada a natureza volúvel desses seres, que não medem esforços e até usam da desonestidade para ostentar o seu estilo de vida ¨<em>cool</em>¨&#8230;</p>
<p>Para sintetizar todo o conteúdo, elaboraram uma relação de pontos que todos nós, mais ou menos vaidosos, precisamos estar atentos. A seguir:</p>
<p>¨Você precisa estar no centro das atenções (médicas) se&#8230;</p>
<p>- Possui senso grandioso de autoimportância (espera ser reconhecido como superior sem que tenha feito ações à altura)<br />
- Preocupa-se com fantasias de sucesso, poder, brilho, beleza ou amor ideal ilimitados<br />
- Acredita que é ¨especial¨e que só pode ser compreendido por outras pessoas especiais ou de status elevado<br />
- Precisa de admiração excessiva<br />
- Sente-se em posição de possuir direitos, ou seja, tem expectativas além do razoável de receber tratamento favorável ou de aceitação automática das suas expectativas<br />
- Aproveita-se de relacionamentos interpessoais, isto e,<strong> manipula</strong> os demais para atingir seus próprios objetivos<br />
- Não demonstra empatia, não tem disposição para reconhecer os sentimentos e as necessidades alheias ou identificar-se com isso<br />
- Muitas vezes inveja os demais ou acredita que os outros o invejam<br />
- Demonstra comportamentos ou atitudes arrogantes e insolentes<br />
- Leu este teste observando-se ao espelho&#8230;¨</p>
<p>E  na capa da revista: ¨Tem cada vez mais gente ¨se achando¨hoje. Por que necessitamos tanto de aprovação, amor e até da inveja dos outros?¨</p>
<p>Bem, eu que já fui muito mais recalcado e fechado, e com a auto-estima beirando índices patológicos, acho que um pouco de vaidade não mata ninguém. É um mal necessário. Mas a minha vaidade, a sua, a nossa vaidade, não deve trazer <strong>ônus</strong> a ninguém, não é mesmo?</p>
<p>Seriam as mídias modernas que atraem  todos para as delícias efêmeras? Ou somente a atemporal natureza humana se manifestando?  Você aí, que se acha a última bolacha<em> <strong>diet</strong></em> do pacote, o que pensa? Espelho, espelho meu, me diga!</p>
<p>- Dubi-sam&#8230;esse <strong>teu blog</strong> já é uma vaidade!</p>
<p>Pronto, tomei.</p>
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		<title>Estar na paz</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 15:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[saudade]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma imagem vale mil palavras? É onde eu imagino que você esteja: Num campo de flores, a contemplar, A beleza do mundo, fora desse mundo. E a olhar por mim, por nós&#8230; Como é bom sua visita nos meus sonhos: Tão raras, tão efêmeras, Fica sempre a sensação boa do seu abraço, E a doce [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma imagem vale mil palavras?<br />
É onde eu imagino que você esteja:<br />
Num campo de flores, a contemplar,<br />
A beleza do mundo, fora desse mundo.<br />
E a olhar por mim, por nós&#8230;<br />
Como é bom sua visita nos meus sonhos:<br />
Tão raras, tão efêmeras,<br />
Fica sempre a sensação boa do seu abraço,<br />
E a doce lembrança das coisas,<br />
Que só agora são valiosas.</p>
<div id="attachment_312" class="wp-caption alignleft" style="width: 346px"><img class="size-full wp-image-312   " title="Sossego" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Sossego.jpg" alt="Será o céu assim? Espero que sim. Saudades." width="336" height="203" /><p class="wp-caption-text">Será que o céu assim? Espero que sim. Saudades.</p></div>
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		<title>Ensaio</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 01:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensaios]]></category>

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		<description><![CDATA[Aventurando-se nos versos (não tão versados assim&#8230;), sem eira, nem beira, apenas deixando fluir coração e mente, segue de forma singela, um breve, brevíssimo, ensaio: E se alguém especial, mas ao longe, lhe perguntasse: - Tudo bem? - Bem, na verdade&#8230;estaria melhor ao teu lado Mas da impossibilidade na qual nos encontramos Vou sobrevivendo na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aventurando-se nos versos (não tão versados assim&#8230;), sem eira, nem beira, apenas deixando fluir coração e mente, segue de forma singela, um breve, brevíssimo, ensaio:</p>
<p><strong>E se alguém especial, mas ao longe, lhe perguntasse:</strong></p>
<p><strong>- Tudo bem?<br />
- Bem, na verdade&#8230;estaria melhor ao teu lado<br />
Mas da impossibilidade na qual nos encontramos<br />
Vou sobrevivendo na solidão dos meus dias<br />
Esperando&#8230;</strong></p>
<p><strong>E desejando que você não tenha sido meu fim&#8230;<br />
Mas sim, que tenhas sido um meio, para achar alguém<br />
Alguém que goste de mim</strong></p>
<p><strong>Não para apagar o nosso passado&#8230;<br />
Tantas vezes dilacerado<br />
E embora sofrido, o que foi vivido, estará para sempre guardado</strong></p>
<p><strong>Desapegar-se é necessário&#8230;<br />
Eis um novo mantra no meu ideário:<br />
Mudar para viver<br />
E adiar o meu padecer</strong></p>
<p>Tá bom, ok! É só um <strong>ENSAIO</strong>&#8230;Não levem a sério. Mas umas rimas e versinhos, de vez em quando, são legais. Ainda me lembro de um, que declamava lá no jardim de infância (sem especificar datas, por favor):</p>
<p><strong>A bandeira do Brasil<br />
Para mim é a mais bela<br />
Tem as cores que eu mais gosto<br />
<span style="color: #000000;">Branca</span></strong>, <span style="color: #0000ff;"><strong>azul</strong></span>, <span style="color: #00ff00;"><strong><span style="color: #008000;">verde</span></strong></span> e <span style="color: #ffcc00;"><strong>amarela</strong></span></p>
<p>E então? Zezé de Camargo que se cuide! Já posso me mudar pra Goiás e formar uma dupla. Alguém faça a melodia para essa letra, gente!</p>
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