Carnaval na ¨Unidos da Fila de Bombinhas¨

Publicado em: Cidade

16 fev 2010

O fim de semana carnavalesco foi de: 

Praia, Bombinhas.

Fila para ir…Mas não desanimamos. Fé e bom-humor são sempre necessários. Um desvio até Araçá e Caixa D`Aço antes, para um off road de contemplação da natureza.  Santo Eqüízio, alguém já ouvio falar? No caminho encontramos uma capela dedicada à esse santo italiano, de Marruci. Agraciados com uma bela vista de Bombas e Bombinhas, rumamos enfim ao paraíso. Ou quase isso. Desnecessário falar daquele mar. Um passeio de caiaque, para relembrar velhos tempos. E horas e horas salgando-se naquela piscina esmeralda.

Lá embaixo, Bombinhas...

Lá embaixo, Bombinhas...

 

 

 

 

 

 

 

 

Hora de ir embora. Vamos, vamos, para não pegar fila! Uma inovação, pelo menos em relação às idas anteriores. Comprar fichas para tomar uma ducha. Quarenta litros d`água por R$ 2,00. Seguindo nos primeiros dois ou três quilômetros, se tantos, a estratégia parecia estar dando certo, até se deparar com a fila de carros. Não adianta. Passa ano, entra ano, e naquelas bandas não há evolução. Pelo contrário. Instalaram  um semáforo na entrada de Perequê, Porto Belo (fluxo de veículos em Perequê = 1 a cada hora), cuja fila simplesmente ia até Bombas. Três postos de policiais no trajeto. Alguém  fazendo algo para o fluxo fluir? Não, nada. Só assistindo os bocós. 

O mesmo samba enredo de todo ano...

O mesmo samba enredo de todo ano...

 

 

 

 

 

 

 

 

Três horas se passaram entre sair de Bombinhas e chegar à Balneário Camboriú. Como já dito, fé e bom-humor são sempre necessários. Mas não é fácil peregrinar nas terras de Santo Eqüízio.  Ir à Bombinhas é um daqueles ¨erros¨ que se comete uma vez por ano, conscientemente. 

No mais, tudo alegria. Carnaval em BC é meio chocho mesmo, já é sabido. Mas bebe-se bem, come-se idem. A polenta de milho verde de Dona Maria estava tudo de bom, só repeti quatro vezes. Na volta ao lar-doce-lar brusquense, uma preocupação: conforme avançava ao meu querido bairro, as luzes iam diminuindo. Só me faltava essa, chegar em casa e não ter energia,  pensei. A trovoada havia feito seus estragos. Já prevendo o pior, no entanto fui surpreendido. Não precisei de velas. Talvez uma à Santo Eqüízio, para voltar lá. Mas com esse trânsito, só no ano que vem. 

PS.: Ou eu estou ficando repetitivo, ou definitivamente algumas coisas não funcionam por onde eu passo. Falar de trânsito e falta de energia  virou lugar comum.

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Tem 2 pessoas discutindo o artigo "Carnaval na ¨Unidos da Fila de Bombinhas¨"

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IM

fevereiro 20th, 2010 at 2:19 pm

É, meu caro, pelo menos enquanto se está nágua não nos preocupa o transito da volta. No Brasil é assim os trouxas (nós, é claro), vamos aceitando o status quo e nada fazemos, tudo é carnaval e futebol…
É a sociedade do “pão e circo”.
Essa polenta aí nem eu conhecia e olha que minha mãe é catarina e faz esse prato a quase noventa anos..seria polenta da pequena Londres? :) :)
Quem sabe um dia eu a coma acompanhada por um legitimo peixe “By South San Francisco”.

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Cristiano

fevereiro 24th, 2010 at 5:46 pm

Na verdade penso que essas cidades deveriam cobrar pedágio para os turistas. Afinal, um grande volume de turistas nem sempre representa ganho econômico para a cidade, ainda mais que a grande maioria vai apenas para usufruir do praia.

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