Publicado em: Cidade
30 jan 2010Morar no interior nem sempre é de todo aborrecido. Às vezes falta energia (cinco horas, entre 21h e 2 h na última quarta feira – Viva a Celesc!). Aprecia-se então o luar e pode-se conversar à beira da estrada com os vizinhos. E a internet à rádio da JGM, a cada trovoada, também tem o seu apagão – vários ultimamente. Mas ocorrem coisas divertidas. Hoje, por exemplo. Apareceu um sorveteiro. De vez em quando ele aparece. Megafone ligado, oferecendo para toda a rua três bolas de sorvete por R$ 1.00. Melhor do que isso, só uma casquinha do McDonald´s. Esses vendedores tipo ¨delivery¨ são comuns aqui. Há alguns anos ( ou melhor, bem mais do que isso), quando eu ficava mais tempo em casa, aparecia gente vendendo: enciclopédias, livros de receitas, vassouras, redes, frutas de todos os tipos. Picolés e sorvetes. Cocada e algodão doce. Os padeiros paravam – e ainda param – em frente das casas onde os moradores sinalizam, com uma sacola plástica, que irão querer alguma coisa. E os peixeiros! Uma Kombi azul parava no meio da rua e lá vinha o comercial:
- Olha o peixe! Olha o peixe! Charuto, corvina, cação, fresquinho, de hoje (tinha que enfatizar que era de hoje!).
E assim seguia a ladainha. Até vender a última sardinha.
Os megafones ainda são recursos de mídia utilizadíssimos por essas bandas. Lojas, supermercados, lojinhas, quitandas. Igrejas anunciando suas quermesses. Até os jogos do ¨Brusque¨. Tudo é anunciado aos quatro ventos por carros equipados com som.
Ps.: (assim que possível, colocarei um video do comercial do sorveteiro).
quem souber responder essa pergunta, favor entrar em contato :P
Tem 2 pessoas discutindo o artigo "Comércio no Interior"
Dê
fevereiro 1st, 2010 at 4:10 am
Hum…conta outra…
essa novidade da JGM ta velha já…
kkkk…toda semana acontece isso neh?
IM
fevereiro 2nd, 2010 at 2:36 pm
…Pois é só faltou aí uns seres azuis montados em seus dragões japoneses, com seus rabos de cavalo conectados nos mesmos
:):)