Vapt-Vupt em São Paulo

Publicado em: Cidade

26 out 2009

Quase perdemos o avião, para variar. Fui um dos últimos a embarcar, não antes de fazer uma oração, vestindo o cinto que tive que tirar um momento antes (para passar no detector, bem entendido). E lá chegando, agradecidos pelo dia de sol e viagem tranqüila, fomos pegar um táxi. Primeira polêmica do dia: o guarda foi logo orientando nosso colega fumante que ali onde estávamos não era permitido fumar e que ele fosse para o outro lado da rua. Táxi contratado, chamamos ao longe o fumante.

Taxista falante. Como entramos no carro comentando o rápido episódio e que quem fuma teria que se policiar ao longo do dia, nosso chofer logo tratou de nos ocupar com histórias de fumantes desprevenidos, e da multa de oitocentos reais aos taxistas que forem pegos com passageiros fumando, etecétera. Aproximando-se da nova ponte Octávio Frias, cartão-postal, divagou longamente sobre ser única no mundo e pôs-se a defender vigorosamente a cidade contra os forasteiros que chegam reclamando de São Paulo. Não era o nosso caso. Mas um de nós arriscou-se a dizer que em Brusque havia uma ponte ¨estaiada¨ também. Ta, ta, ta, por que não ficar quieto, pensei…E lá começou mais um discurso inflamado do nosso guia turístico.

Ponte ¨Estaiada¨ Octávio Frias...Dá  para comparar?

Ponte ¨Estaiada¨ Octávio Frias...Dá para comparar?

Chegando com duas horas de antecedência ao evento – Feira de Fitness –, o que fazer? Procurar um bar, claro. E depois do bar, almoçar. Rumamos então para o evento, afim de  rever os demais colegas que estavam ali trabalhando e circular, à procura de novidades e comparações. Bastante movimentado o ambiente, com predomínio do público saudável das academias. Ainda bem.

Tendo que se ocupar antes do evento...

Tendo que se ocupar antes do evento...

Os fumantes X São Paulo...

Os fumantes X São Paulo...

Menos de três horas no Transamérica, e de volta para casa. Taxista semi-mudo, desta vez. Mas bem mais barato que o rádio-táxi falante da manhã (-50%). Foi o tempo de chegar em Congonhas. Mais cerveja? Qual o portão de embarque? Rumamos para a sala de espera, sem que houvesse espera alguma, pois a fila já estava andando. Ao sair do aeroporto, observei a ponte lá embaixo. – Aurélio, olha a ponte lá! – Não quero!  Disse de olhos fechados e mãos firmes segurando o banco. E quem não tem um medinho?

Nota: não confiem totalmente no check in antecipado em Navegantes para o vôo da volta. Quase nos demos mal, não fosse uma dúvida que levou um de nós a retornar ao balcão da Gol e então se deparar com a situação irregular das passagens. Mas deu tudo certo.

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Tem 2 pessoas discutindo o artigo "Vapt-Vupt em São Paulo"

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IM

outubro 26th, 2009 at 2:52 pm

E essa original era aqui da terrinha?

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sergio antio matos rodrigues

novembro 17th, 2009 at 4:43 am

Vc que é feliz, estive em Sampa por duas vezez nesses 2 ultimos anos e não fui ver a tal ponte, mas ela é o orgulho dos moradores da grande metropolis, aqui em CG ainda vai ter um…….. hahahahahah

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