Publicado em: Gastronomia(?!)
9 ago 2009Rever familiares queridos e se fartar com uma bela refeição, ah…isso não tem preço. Em uma visita à Floripa é inevitável pelos menos um dos sete pecados capitais: a gula! Alguns outros também são possíveis, mas agora não vem ao caso… Nesse último finde, além de se fartar com tainhas defumadas e assadas, nas degustações prévias rolou uma ¨blanquita¨, que é como chamamos a vodcazinha gelada, purinha, que vai fazendo a cabeça. Na hora do almoço, eu estava totalmente ALTO.
Alegre ao ponto de começar a debater política, e religião, e ouvir piadas do Ari Toledo, e tudo se misturando às histórias dos meus tios, de quando moravam em São Paulo. Aprende-se e diverte-se muito ao estar com pessoas de outra geração, e ouvir seus relatos e ¨causos¨. E já trocando Jesus por Genésio, o lauto almoço foi seguido por uma soneca divina. Claro, dirigir por Floripa era o que não podia!
E olha que o dia estava lindo. Aliás, não tem como não achar aquele lugar maravilhoso. Embora não esteja livre de problemas comuns à tantas cidades (trânsito, saúde, etc), e do custo de vida alto (que pouco importa para um lugar onde o funcionalismo público e o turismo são as bases da economia), de resto a capital barriga verde é um convite à contemplação (à paisagem, mas aos habitantes também) e à diversão. E é tão pertinho, pensando bem. Uma horinha de carro. Tenho que aumentar a freqüência de incursões à Ilha da Magia. Guardem mais ¨blanquita¨pra mim!

A Ilha! Lugarzinho mais ou menos, não é?
quem souber responder essa pergunta, favor entrar em contato :P
Tem 2 pessoas discutindo o artigo "Um sábado em Floripa"
IM
agosto 9th, 2009 at 1:45 pm
…e tendo onde ficar e comer de graća, melhor ainda
:)
Cristiano
agosto 9th, 2009 at 3:57 pm
Floripa é uma cidade boa apenas para passear. Carece de infra-estrutura que favoreça o turismo. Os funcionários do comércio em geral não estão prontos e dispostos para bem atender o turista. A cidade ainda não possui rede de tratamento de esgoto eficiente, o que já deixa várias praias impróprias para banho (já no inverno). Os engarrafamentos pioram a cada dia, tornando-se uma catástrofe no verão. O casario antigo está se esfarelando devido a falta de restauração e a construção civil segue a todo vapor, passando por cima de mangues, nascentes, dunas, mata atlântica. A região central durante a semana é tomada por uma gente feia e pobre. A cidade possui várias favelas e a insegurança reina em alguns lugares. O que salva a cidade são algumas belezas naturais, como as dunas da Joaquina e Campeche, a Lagoa da Conceição, algumas praias agrestes como Lagoinha do Leste e Naufragados e só. Espero que um dia possa me orgulhar de dizer que moro em Floripa, a Ilha da Magia.