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	<title>Dubiella &#187; cinema</title>
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	<description>O que dá na telha, lá em Brusque</description>
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		<title>O Assalto</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 20:11:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não. O assalto em questão não se trata do que os políticos brasilerios praticam no dia a dia, sem armas ou violência explícita. É sobre o filme O Assalto ao Banco Central, que retrata com competência a história do maior roubo a banco já cometido em terras tupiniquins e um dos maiores já resgistrados no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não. O assalto em questão não se trata do que os políticos brasilerios praticam no dia a dia, sem armas ou violência explícita. É sobre o filme <strong>O Assalto ao Banco Central</strong>, que retrata com competência a história do maior roubo a banco já cometido em terras tupiniquins e um dos maiores já resgistrados no mundo inteiro. Se é coisa ruim,  temos que estar entre os tops, claro.</p>
<p>Nesse filme, me  parece que não se perderam no roteiro, como já ocorreu em outras produções nacionais. Chega a lembrar em algumas partes O Plano Perfeito, outro filme de assalto a banco, muito bom. Toda a brasilidade, por assim dizer, é muito bem apresentada. Palavrões em profusão, uma sacanagem básica, um pouco de violência, com algumas cenas cômicas. Dentre elas, a de um comunista de carteirinha se refestelando em Paris, como ocorre com alguns notórios bandidos de terno e gravata (e eleitos) que sempre se dão bem na vida real.</p>
<p>Acho que vale a pena assistir. É didático! Aula de Brasil.</p>
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		<title>A rede</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 14:48:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[A rede Social]]></category>
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		<description><![CDATA[Assisti o filme A REDE SOCIAL recentemente. Você é um dos 500 milhões de usuários do Facebook? Eu não. Ou&#8230;ainda não. Interessante o filme observando-o apenas como a sucessão de eventos que levou à criação da rede social mais usada no mundo. Diálogos rápidos, jovens em um mundo acadêmico vibrante e competitivo, mas&#8230;Nada de grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assisti o filme <strong>A REDE SOCIAL </strong>recentemente. Você é um dos 500 milhões de usuários do Facebook? Eu não. Ou&#8230;ainda não. Interessante o filme observando-o apenas como a sucessão de eventos que levou à criação da rede social mais usada no mundo. Diálogos rápidos, jovens em um mundo acadêmico vibrante e competitivo,  mas&#8230;Nada de grandes emoções, às vezes até um pouco sonolento em algumas passagens. Vale a pena ver, no entanto, pelo conteúdo de informações &#8211; ainda que generalizadas &#8211; que pode-se extrair. Algo do nosso tempo, contemporâneo, um fenômeno &#8211; mais um &#8211; da era digital.</p>
<p>Uma dúvida surgiu: </p>
<p>Obviamente, o próprio site tem um sistema de contagem mas&#8230;esse número &#8211; 5oo milhões &#8211; bastante significativo aliás, quem poderia contestar? Quem, que não seja da empresa, poderia validar isso? Ou é só um número grande para markenting corporativo? Quem sabe os &#8220;milhões&#8221; de dubinautas que acompanham esse blog tenham a resposta.</p>
<p>O filme está despontando como um dos favoritos ao Oscar. Depois que em 2010 venceu &#8220;Guerra ao Terror&#8221; &#8211; chatíssimo &#8211; até que esse não seria tão ruim&#8230;</p>
<p>A seguir, uma ilustração mostrando a abrangência do Facebook.</p>
<p><a href="http://www.dubiella.com.br/cinema/a-rede/attachment/facebook/" rel="attachment wp-att-962"><img src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2011/01/facebook-230x600.jpg" alt="" title="facebook" width="230" height="600" class="alignleft size-medium wp-image-962" /></a></p>
<p>Se não conseguir &#8211; eu não consegui &#8211; ver os detalhes da imagem, salve-a no seu computador. Interessante para quem gosta de números.</p>
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		<title>Argentina 2 x 0 Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 01:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[O segredo dos seus olhos]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>

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		<description><![CDATA[Não. Nada a ver com o gol chorado na prorrogação, no &#8220;amistoso&#8221; de hoje. Assisti o filme ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro desse ano: O Segredo dos seus olhos. Filme argentino muito bom, merecedor do prêmio. E foi a segunda vez que um filme portenho levou a estatueta &#8211; o anterior foi A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não. Nada a ver com o gol chorado na prorrogação, no &#8220;amistoso&#8221; de hoje.</p>
<p>Assisti o filme ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro desse ano: <strong>O Segredo dos seus olhos</strong>. Filme argentino muito bom, merecedor do prêmio. E foi a segunda vez que um filme portenho levou a estatueta &#8211; o anterior foi A História Oficial. Ou seja, 2 x 0 para os hermanos.</p>
<p>Ao contrário do Brasil, onde os diretores tem uma predileção por mostrar favelados e suas  histórias cheias de clichês, do lado de lá da fronteira eles são mais criativos, contando passagens  mais universais&#8230;Aliás, falando em filme nacional, um dos<em> trailers </em>que antecederam o filme argentino, no dvd, era um brasileiro típico&#8230;sobre três garotas adolescentes d e alguma &#8221; comunidade¨ e suas tristes vidas. Como é bom sofrer!</p>
<p>Mas então fica a dica: vale a pena ver esse filme  e acompanhar o cinema argentino.</p>
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		<title>O Bem Amado</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 21:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[O Bem Amado]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Assisti  ontem o filme “O Bem Amado”. Com algumas tiradas muito cômicas,  e uma fotografia linda nas cenas a beira-mar, o filme só desaponta em um ou outro aspecto técnico ou de edição. Mas como se trata de filme nacional, temos que dar um desconto. Ao ver o filme é impossível deixar de fazer alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assisti  ontem o filme “O Bem Amado”. Com algumas tiradas muito cômicas,  e uma fotografia linda nas cenas a beira-mar, o filme só desaponta em um ou outro aspecto técnico ou de edição. Mas como se trata de filme nacional, temos que dar um desconto.</p>
<p>Ao ver o filme é impossível deixar de fazer alguns paralelos com a política vigente desde sempre no Brasil. Aliás, o próprio filme se propõe a demonstrar a nossa pitoresca  política , cheia de roubos, trapaças e maracutaias&#8230;Obras superfaturadas ou inúteis, mensalões e intrigas com a imprensa. Apesar do filme basear-se na obra de Dias Gomes, escrita originalmente para a TV no início dos anos 70, o tema é atualíssimo no noticiário deste século 21. Se  rir é o remédio,  então que assim seja.</p>
<p>Em tempo: não tive e não tenho nenhuma vontade de escrever  sobre eleições, candidatos, nada. O que venho acompanhando nesses dias  são as resportagens do Ernesto Paglia no Jornal Nacional, mostrando o verdadeiro Brasil que não aparece no horário político. É um absurdo uma cidadezinha à 50 km de Brasília (Planaltina de Goiás) ter carências básicas de médicos, coleta de lixo, etc, conforme demonstrado nessa semana em uma das visitas da  equipe global. Está sendo um serviço ao Brasil essas resportagens. Por outro lado,  é como um acinte ver que construiram na capital federal um prédio ao custo deu <strong>323 milhões</strong> para o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), para servir de garagem e armazenar urnas eletrônicas (matéria da Revista Exame, também dessa semana).</p>
<p>E já que estou lamuriando a vida de brasileiro:  que papelão o da <em>nossa justiça</em> tupiniquim (com letra minúscula mesmo) que, como sempre,  faz todo o esforço para que os políticos corruptos desse joça sigam impunes e elegendo-se como  quiserem. Pois senão, teria cabimento  ser objeto de discussão na mais alta corte,  alguns notórios corruptos que a Lei da Ficha Limpa pegou,  questionarem a validade da mesma?</p>
<p>Só Brasil mesmo&#8230;Muito sem graça, previsível e  manipulável essa nossa democracia.</p>
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		<title>A volta do Ferrorama</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 23:14:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para os aficcionados, eternas crianças ou saudosistas dos anos 80 (ou 70), segue uma notícia interessante e um desafio inusitado (tem gente com tempo e dinheiro para tudo): No UOL:  http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/2010/06/23/sucesso-desde-1970-brinquedo-ferrorama-voltara-a-ser-produzido.jhtm E o desafio:  http://www.voltaferrorama.com.br/ Há alguns meses, postei sobre o asunto brinquedos antigos, entre eles o Ferrorama (http://www.dubiella.com.br/cidade/secao-nostalgia/).  E curiosamente, ontem assisti no cinema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os aficcionados, eternas crianças ou saudosistas dos anos 80 (ou 70), segue uma notícia interessante e um desafio inusitado (tem gente com tempo e dinheiro para tudo):</p>
<p><strong>No UOL:</strong>  <a href="http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/2010/06/23/sucesso-desde-1970-brinquedo-ferrorama-voltara-a-ser-produzido.jhtm">http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/2010/06/23/sucesso-desde-1970-brinquedo-ferrorama-voltara-a-ser-produzido.jhtm</a></p>
<p><strong>E o desafio:</strong>  <a href="http://www.voltaferrorama.com.br/">http://www.voltaferrorama.com.br/</a></p>
<p>Há alguns meses, postei sobre o asunto brinquedos antigos, entre eles o <strong>Ferrorama (<a href="http://www.dubiella.com.br/cidade/secao-nostalgia/">http://www.dubiella.com.br/cidade/secao-nostalgia/</a></strong>).  E curiosamente, ontem assisti no cinema o <strong>Toy Story 3</strong>. Simplismente maravilhoso o desenho, a historinha, tudo. Vale a pena assistir e se desprender do mundo por uma hora e meia. Aposto que todas as &#8221; crianças mais velhas&#8221;  acabam por se recordar dos seus brinquedos. E há  um  &#8221; plus a mais&#8221;: antecedendo o filme principal, exibem um curta-metragem muito interessante, que não vou contar para não estragar a surpresa. Pague 1 e leve 2! Aproveitem, pois é diversão garantida.</p>
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		<title>Valentine`s Day</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 01:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para distrair nesses dias de má sorte, lambendo as feridas (muitas, depois de dois tombos seguidos, mas sem entrar em detalhes, please), nada melhor do que pelo menos ver bons filmes. Ainda não sei por qual causa ou circunstância colocam alguns nomes nada-a-ver em certos  filmes. Poderiam perfeitamente ter mantido o nome original Valentine´s Day, pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para distrair nesses dias de má sorte, lambendo as feridas (muitas, depois de dois tombos seguidos, mas sem entrar em detalhes, please), nada melhor do que pelo menos ver bons filmes. Ainda não sei por qual causa ou circunstância colocam alguns nomes nada-a-ver em certos  filmes. Poderiam perfeitamente ter mantido o nome original <em>Valentine´s Day</em>, pois todos entenderiam, mas batizaram-no de <strong>IDAS E VINDAS DO AMOR</strong>.  Muito açúcar faz mal,mas de qualquer maneira, o elenco multi-estelar e o enredo garantem um bom entretenimento para essas horas frias. E é uma boa pedida para a aproximação do <em>Valentine´s Day</em> dos trópicos (o equivalente ao Santo Antônio deles).</p>
<p>E acabei de ver <strong>INVICTUS</strong>. Um dos melhores filmes que vi esse ano, com certeza. Morgan Freeman e Matt Damon estrelando, com o grande Clint Westwood comandando a saga de Mandela &#8211;  já como presidente eleito &#8211;  e da seleção nacional sul-africana de rugby.  Mas sem as irritantes vuvuzelas. Nesses tempos de Copa do Mundo na África do Sul, vale a pena ver o que um grande líder e o esporte podem fazer para unir um povo.  Talvez seja um pouco utópico demais. Mas acho que se iludir um pouco e acreditar na força do bem afasta o pessimismo que nos rodeia. É para descontrair, renovar a esperança no bicho-homem e inspirar-se para  fazer da vida algo mais vibrante.</p>
<p>E feliz Valentine´s Day.  Fui&#8230;</p>
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		<title>Guerra ao Terror&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 22:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra ao Terror]]></category>
		<category><![CDATA[Iraque]]></category>

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		<description><![CDATA[Assistimos nesse finde o &#8220;oscarizado&#8221; Guerra ao Terror e&#8230;E não sei o porque do filme ter merecido o prêmio top do cinema mundial. Um repeteco de cenas longas, onde o expectador pode levantar-se, ir ao banheiro, ir na cozinha tomar um café, fazer um lanche e voltar, sem que  se tenha a sensação de ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assistimos nesse finde o &#8220;oscarizado&#8221; <strong>Guerra ao Terror</strong> e&#8230;E não sei o porque do filme ter merecido o prêmio top do cinema mundial. Um repeteco de cenas longas, onde o expectador pode levantar-se, ir ao banheiro, ir na cozinha tomar um café, fazer um lanche e voltar, sem que  se tenha a sensação de ter perdido algo.  Algumas tomadas foram feitas num breu total. Demorados segundos se passam sem que se veja nada, a não ser um ou outro ponto de luz surgindo até clarear a cena. Isso qualquer um faz num quarto escuro com uma lanterna!</p>
<p>De qualquer forma, serviu para ver mais uma vez a grande encrenca na qual os americanos se meteram, já tem quase dez anos,  e que o Jornal Nacional mostra de vez em quando, na ocorrência dos infinitos atentados terroristas. A forma mais bárbara e tosca possível da &#8220;auto-afirmação&#8221; dos nativos &#8211; matando mais dos seus do que os invasores &#8211; para infernizar a estadia das tropas yankes.</p>
<p>Focando no filme, acho que o pessoal  de <strong> OLIÚDE</strong>  que elegeu os filmes, efeitos e elencos desse ano, estavam com uma tremenda má vontade em relação ao James Cameron. Ele já havia faturado seu bilhão, mais uma vez, e a turma invejosa decidiu votar no filme da ex.  E como se diz no popular: uma ex é para sempre. </p>
<p>Tudo bem que Avatar é 99% efeitos especiais, e rolou um certo preconceito nesse fato também. No entanto,  outras boas histórias, mais bem contadas, poderiam ter sido melhor prestigiadas. Enfim, gosto é gosto &#8211; e mal gosto não se discute, se lamenta.</p>
<p>Dubinautas, saibam: se quiser assistir, não se prenda aos meus comentários. Talvez como sonífero seja uma excelente pedida.</p>
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		<title>Um aninho</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 01:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[beringela]]></category>
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		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[pileque]]></category>

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		<description><![CDATA[Blog do Dubi comemorando 1 aninho, hoje!   Esse mês de março, confesso, estou sem muita imaginação. Ou talvez, melhor dizendo, motivação. O noticiário é o mais do mesmo. Picaretagem no congresso, as bobagens do Lula mundo à fora, a Dilma inaugurando obrinhas do PAC, o Serra inaugurando maquete, o trânsito da cidade que um dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Blog do Dubi comemorando 1 aninho, hoje!  </p>
<p>Esse mês de março, confesso, estou sem muita imaginação. Ou talvez, melhor dizendo, motivação.</p>
<p>O noticiário é o mais do mesmo. Picaretagem no congresso, as bobagens do Lula mundo à fora, a Dilma inaugurando obrinhas do PAC, o Serra inaugurando maquete, o trânsito da cidade que um dia vai melhorar&#8230;O  Brasil, enfim,  funcionando &#8216;meia-boca&#8217;  como sempre. O consolo é que existem lugares piores. Venezuela, Cuba, Iraque, Irã&#8230;O Maranhão dos Sarney! Às vezes penso que, se o céu e o inferno são aqui mesmo na Terra, o Brasil é o tal purgatório. </p>
<p>Chega de pensar!!! Vamos ver,  então,  as coisas sobre outra ótica. Ver o lado cheio do copo! Opa! É isso. Ver as coisas que funcionam, que deram certo, que proporcionaram bons momentos&#8230;</p>
<p>- Comprei uns livros numa promoção do <strong>Submarino</strong>. Funcionou. Cinco livros por trinta e nove reais e entregues rigorosamente no prazo, sem custos extras.</p>
<p>- Uma receita de <strong>beringela</strong> no forno finalmente deu certo, para amenizar vexames de outrora. E a receita pôde ser aplicada com frango,  batatas, e rendeu até um almoço razoável para os amigos chegados no último sábado. Só passo a receita por email.  Me recuso a transformar esse blog num &#8220;momento Ana Maria Braga&#8221;.</p>
<p>- Assisti <em><strong>Bastardos Inglorios</strong></em>. Interessante o filme. E, já estragando o prazer daqueles que não viram, foi ótimo ver a versão do Tarantino, acabando com o Segunda Guerra Mundial numa sessão de cinema. </p>
<p>- Um pileque de <strong>vodka com energético e suco</strong>&#8230;.lá na Brava. Pior de tudo: ser flagrado  no Angeloni, comprando Engov e cercando ganso. Aéreo total. Não estava dirigindo, não!  Levemente embriagado, mas consciente. Ou nem tanto&#8230;Ver o copo &#8220;meio cheio&#8221; . Esse é o lema.</p>
<p>Vou tentar atualizar o blog em abril com mais frequência, renovado pela Páscoa que se aproxima, pela data natalícia que já está aí, pelos milhares de fãs que me cobram idéias, sugestões, etc etc etc. Não é fácil ser  um <strong>FO &#8211; formador de opinião -</strong>  on line e full time!</p>
<p><strong>Algumas estatísticas:</strong> 79 post publicados, 142 comentários, média de 6.58 post por mês,  ou mais de 1 por semana&#8230;Ufa, cansei. Vou para Bahia, tomar uma água de côco numa rede e ler jornal de letra grande, para não cansar as  vistas.</p>
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		<title>O Visitante</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 01:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[amizades]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>

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		<description><![CDATA[O Visitante&#8230;a princípio, um filme sem maiores pretensões, sem nomes ¨de peso¨ para vender bem. Ouviu-se falar pouco, quando lançado no cinema, aqui por nossas bandas. Creio que nem apareceu nas telonas. Mas em DVD &#8211; esse disquinho acessível e democrático &#8211; já se pode assistir. A tirar algumas lições da breve história, bem contada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Visitante</em>&#8230;a princípio, um filme sem maiores pretensões, sem nomes ¨de peso¨ para vender bem. Ouviu-se falar pouco, quando lançado no cinema, aqui por nossas bandas. Creio que nem apareceu nas telonas. Mas em <strong>DVD</strong> &#8211; esse disquinho acessível e democrático &#8211; já se pode assistir.</p>
<p>A tirar algumas lições da breve história, bem contada, aliás, de forma enxuta e profunda ao mesmo tempo:</p>
<p>Os Estados Unidos, essa grande nação que deu certo para muitos, continua a atrair gente de todos os cantos do mundo em busca do sonho americano. A <strong>imigração</strong>, a xenofobia, o preconceito, a liberdade e ao mesmo tempo a falta dela&#8230;Tudo está bem contado e exposto.</p>
<p>Poderia ser mais um drama a contar as mazelas que os imigrados passam em terras distantes. Mas há pitadas cômicas, de auto-crítica, ao retratar no cinema a ignorância do americano médio em relação ao mundo, por exemplo&#8230;Como na passagem onde se esclarece que a Cidade do Cabo fica ¨apenas¨ no mesmo continente onde está o Senegal. Eles – americanos – é que consideram tudo a mesma pobreza aglutinada.</p>
<p><em>O Visitante</em> em si é o americano ¨nativo¨ , que vai aos poucos descobrindo não apenas as variadas culturas e costumes que podem coexistir numa grande cidade como <strong>Nova York</strong>, mas também se re-descobrindo e se re-inventando, no contato paulatino com novas amizades. E é nesse ponto que o expectador – eu pelo menos – acaba identificando-se.</p>
<p>Às vezes morremos e não somos avisados. É a rotina do cotidiano, as perdas da vida, a falsidade das pessoas, o isolamento auto-imposto&#8230;tudo a somar-se para aniquilar a esperança e a alegria de se viver. Passamos para o <strong>piloto-automático</strong> e nem nos damos conta. Mas é do acaso ou do incidente, e também do ato corajoso de darmos uma chance ao destino e à nós mesmos, que torna-se possível resgatar a nossa vida do ostracismo.</p>
<p>Hummm&#8230;pensando bem, tenho que fazer umas visitas, e dar mais chances às <strong>conspirações do universo</strong>!</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-367" title="visitante" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/09/visitante.jpg" alt="visitante" width="234" height="341" /></p>
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<p>PS.: Vejam o filme e tirem suas conclusões.</p>
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		<title>Cinema Visível</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 22:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É comum, quando se fala em cinema nacional, alguém sempre levantar uma sobrancelha e soltar uma crítica negativa. Ao contrário da música, onde artistas brasileiros competem, digamos, em níveis semelhantes de popularidade com as melodias importadas, a Sétima Arte tupiniquim sofre para mover multidões e encantar o público. Temos grandes atores e atrizes, mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É comum, quando se fala em cinema nacional, alguém sempre levantar uma sobrancelha e soltar uma crítica negativa. Ao contrário da música, onde artistas brasileiros competem, digamos, em níveis semelhantes de popularidade com as melodias importadas, a Sétima Arte tupiniquim sofre para mover multidões e encantar o público.</p>
<p>Temos grandes atores e atrizes, mas não se consegue aproveitá-los para contar boas histórias no cinema. De vez em quando, porém, alguma novidade interessante  surge. Foi o caso de <strong>Se eu fosse você</strong> nas suas duas edições. No entanto, se houvesse a pretensão de elencar 10 filmes brasileiros memoráveis, desde o ¨renascimento¨ ocorrido com <strong>Carlota Joaquina</strong>, da Carla Carmurati, na minha lista ainda teria lugares.</p>
<p>Existem algumas razões para esse vácuo:  não ter assistido à tudo o que se produziu, por exemplo. A distribuição nem sempre chega pelos vales e buracos barrigas-verdes. Mas acho que a questão principal é o preconceito inerente. E é por isso que muitos filmes ainda poderão ser refutados. O que mais se escuta de quem não se abala para assistir algum título brasileiro: só mostram favelas, violência, pobreza&#8230;.Eu incluiria ainda músicas com um cavaquinho. Sempre tem.</p>
<p>Voltando aos casos de sucesso, porém. Um filme visto nesse último final de semana: <strong>A Mulher Invisível</strong>. Com começo, meio e fim. Com pessoas, digamos, normais. Gente que trabalha, enfrenta trânsito, vai à restaurante, mora num edifício, ama, sofre por amor, deseja&#8230;Sem aqueles sambinhas, sem tiroteios, sem carnaval. E olha que o filme se passa no Rio! O Selton Mello (sempre ele), acompanhado de um bom elenco, consegue dar ritmo, arrancar sorrisos, entreter, enfim, o público. Que quer justamente isso: graça, fantasia, amores possíveis ou impossíveis, sonhar. Um cinema visível, pois.</p>
<p>Corri poucos riscos para ver esse filme. Assisti antes uma cena na internet, hilária. O trailer na tv também era atraente. O elenco idem. Mas tudo isso também poderia ter sido um engodo.  Ok, não há escapatória: acho que assistir à um brasileiro sempre será algo empírico. Torcendo, no entanto, para dar certo. E salvar,  com boas risadas ou comoção,  o dinheiro e o tempo investidos.</p>
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