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	<title>Dubiella &#187; Turismo</title>
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	<description>O que dá na telha, lá em Brusque</description>
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		<title>Capital dos Transatlânticos</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 19:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma contribuição de um ¨leitor¨ assíduo desse espaço, quase nativo da terrinha: PORTO BELO &#8211; Capital Catarinense dos Transatlânticos É mais uma capital entre as várias de Santa Catarina.  Só que, para passar de carro nessa cidade, no verão, é um inferno&#8230;Entra ano e sai ano e continua-se a ter uma única rua para trafegar.  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma contribuição de um ¨leitor¨ assíduo desse espaço, quase nativo da terrinha:</p>
<p><strong>PORTO BELO</strong> &#8211; Capital Catarinense dos Transatlânticos</p>
<p>É mais uma capital entre as várias de Santa Catarina.  Só que, para passar de carro nessa cidade, no verão, é um inferno&#8230;Entra ano e sai ano e continua-se a ter uma única rua para trafegar.  Não tem píer, nem infra-estrutura, mas já que os transatlânticos começaram a parar por ali, bem vindos! Quem sabe melhore.  Vamos circular em alto estilo na próxima temporada, pelo mar.</p>
<div id="attachment_225" class="wp-caption alignleft" style="width: 458px"><img class="size-full wp-image-225" title="Praia da Tainha 097" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Praia-da-Tainha-0971.jpg" alt="Praia da Tainha 097" width="448" height="336" /><p class="wp-caption-text">Transatlântico na CAPITAL (Costão do Araçá)</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>A fonte:  <a href="http://www.guttoferraz.com.br/">http://www.guttoferraz.com.br/</a></p>
<p>O colaborador: Cristiano A. Teixeira</p>
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		<title>Túnel do Tempo</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 19:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Julho de 2000. Acho que foi um dos meses mais frios pelos quais eu já havia passado. Até as poças d`água congelaram no pátio da empresa onde eu trabalhava. Definitivamente, não é corriqueiro acontecer isso em Brusque. Era o segundo ano da faculdade e alguns amigos convidaram para conhecer alguns lugares de Santa Catarina. Coisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Julho de <strong>2000</strong>. Acho que foi um dos meses mais frios pelos quais eu já havia passado. Até as poças d`água congelaram no pátio da empresa onde eu trabalhava. Definitivamente, não é corriqueiro acontecer isso em Brusque. Era o segundo ano da faculdade e alguns amigos convidaram para conhecer alguns lugares de Santa Catarina.</p>
<p>Coisa bem básica: sair às 5h da manhã rumo ao oeste, para ver a nova usina hidrelétrica de Itá, distante  uns 800 km. E lá fomos nós, no meu carro, um Escort 96 1.8 prateado. Como bebia! Mas mal passamos de Blumenau, e esse que vos escreve, de carona, já começara a enjoar. E mais um pouco foi inevitável parar à beira da estrada. Curitibanos, Joaçaba, e seguindo até Campos Novos, teve a parada obrigatória em alguma farmácia. <strong><span style="color: #008000;">Eu estava </span><span style="color: #008000;">verde</span></strong>.</p>
<p>Pressão medida, medicação tomada e voltamos à estrada, já um pouco melhor. Chegamos à Concórdia e rumamos para Itá, logo adiante. A cidade, bem pequena, havia sido transferida totalmente de um vale, depois inundado, para o alto das colinas. Tudo novo: casas, comércio, hospital, igreja, prefeitura. E enfim, a usina. Esperava por algo grandioso, para compensar a jornada e o enjôo. E, de fato, é uma obra impressionante.</p>
<div id="attachment_185" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-185   " title="37-Itá-2000" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/07/37-Itá-2000.JPG" alt="Barragem ao fundo...sorriso disfarçava a náusea." width="400" height="250" /><p class="wp-caption-text">Barragem ao fundo...sorriso disfarçava a náusea.</p></div>
<p>Foram sete horas de viagem. Para ver a usina, almoçar, ver o lago formado pela barragem, e mais as torres da antiga igreja matriz que haviam ficado de <strong>fora d`água</strong>. E só. Duas horas em Itá e rumo à Brusque novamente. Seriam mais sete horas de muita algazarra, e nessa parte eu aproveitaria melhor a ¨cultura¨ dos colegas e a paisagem, já recuperado.</p>
<div id="attachment_187" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-187  " title="36-Itá-2000" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/07/36-Itá-2000.JPG" alt="Itá submersa...Dubi, Barni e Jorge" width="400" height="250" /><p class="wp-caption-text">Itá submersa...Dubi, Barni e Jorge</p></div>
<p>Dos cinco anos da faculdade, foram vários os passeios. Tempo bom. Pessoas legais. Amigos, enfim, que levamos para sempre nas boas lembranças</p>
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		<title>Caminhos das Serras &#8211; 2009, parte 1</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 19:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
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		<category><![CDATA[Confraria]]></category>
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		<description><![CDATA[Nada melhor do que rever lugares bonitos e estar acompanhado dos amigos. Mais uma vez, tive a oportunidade de passear pelas serras do Rio do Rastro, do Corvo Branco e do Morro da Igreja. Porém agora, às vésperas do inverno, fazendo muito frio. O roteiro todo compreendeu 700 km, triplamente confirmados pelo Google Maps (veja link [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada melhor do que rever lugares bonitos e estar acompanhado dos amigos. Mais uma vez, tive a oportunidade de passear pelas serras do Rio do Rastro, do Corvo Branco e do Morro da Igreja. Porém agora, às vésperas do inverno, fazendo muito frio.</p>
<p>O roteiro todo compreendeu <strong>700 km</strong>, triplamente confirmados pelo Google Maps (veja link abaixo), pelo GPS de um certo celular <em>high tech</em> e pelo hodômetro. Saída marcada para as 6h da manhã, em Balneário Camboriú. Dois carros, oito pessoas e um destino: rumar para a região mais fria da Terra Brasilis.</p>
<p><strong><a href="http://maps.google.com.br/maps/ms?doflg=ptk&amp;ie=UTF8&amp;msa=0&amp;msid=107749096986560902562.00046c2b05fe3d0774f44&amp;ll=-27.62514,-48.916626&amp;spn=1.966176,3.570557&amp;t=h&amp;z=9" target="_blank">Link Google Maps</a></strong></p>
<p>Cada grupo ficou com um <em>Talk About</em>, para a comunicação fluir entre os carros. Trocamos informações culturais, geográficas, históricas, informações ¨de conteúdo¨, enfim, das 6h da manhã as 22 h. Não! Mentira! Só bobagens pelo caminho, uma overdose. Mas foi muito mais divertido viajar assim.</p>
<p>Rumo ao sul, logo após passarmos por Floripa, no trevo em Palhoça, acessamos a BR 282, que é a principal via para chegarmos ao Planalto Catarinense. Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas, Rancho Queimado, Alfredo Wagner&#8230;Uma cidade após outra, fomos subindo as serras até chegarmos no acesso à Urubici.</p>
<p>Logo  avistamos vários pomares, que nessa época de outono estão sem a folhagem, e mesmo assim formam um cenário bonito. Placas com frases de crianças (hilárias pela inocência) sobre a <strong>preservação do meio ambiente</strong> vão sendo encontradas pelo caminho, e outras mais, alertando sobre os perigos de <strong>formação de gelo</strong> na pista. Mas nada de nevascas ou geadas nesse passeio, que eventualmente ocorrem na região.</p>
<div id="attachment_99" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-99" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/06/dsc00944-300x225.jpg" alt="Chegando à Urubici, sob as nuvens" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Chegando à Urubici, sob as nuvens</p></div>
<p>Antes de chegar à Urubici, uma parada para fotos. A cidade lá embaixo estava encoberta pelas nuvens, mas ao nosso redor vislumbrava-se céu azul, com  o frio já fazendo-se sentir. Uma avenida, um semáforo. Chegamos ao <em>downtown</em> . Nesse mesmo único semáforo, viramos à esquerda, nos despedimos do asfalto e rumamos para o <strong>Morro da Igreja</strong>, um dos locais mais altos do Sul do Brasil <strong>(</strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Morro_da_Igreja">http://pt.wikipedia.org/wiki/Morro_da_Igreja</a><strong>)</strong><strong>.</strong> Sacolejando, desviando das obras na estrada (um dia, quem sabe, haverá uma pavimentação camarada&#8230;), e lá fomos nós passeando pelo, digamos, interior do município.</p>
<p>Vencido esse trajeto, chegamos ao acesso do Morro da Igreja. Ufa! Asfalto novamente. A estrada nos leva comodamente até ao topo da montanha, exigindo esforço do carro em poucos trechos mais íngremes. Tomando o cuidado com <strong>as vacas que ficam soltas na pista</strong>, nota-se lá embaixo o trajeto que ficou para trás. Ao motorista, atenção total às curvas e ao esterco deixado pelas vaquinhas&#8230;A menos que queiram ¨trazer lembranças extras¨ nos pneus do carro. Tem motorista que gosta!</p>
<p><strong>Nove graus</strong>. Essa era a temperatura registrada lá no topo, à <strong>1822 metros</strong>, quando chegamos. Um vento cortante nos fez vestir mais agasalhos e tocas e luvas e tudo o que pudesse nos proteger. A vista: maravilhosa, como sempre! Embora as nuvens impossibilitassem vermos a região lá embaixo, o ¨tapete¨ branco tornava o cenário muito fotogênico.</p>
<div id="attachment_98" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-98" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/06/dsc009851-300x225.jpg" alt="Vista a partir do Morro da Igreja - Mar de Nuvens" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Vista a partir do Morro da Igreja - Mar de Nuvens</p></div>
<p>Fotos e mais fotos, de vários ângulos, do leste ao oeste. Mas o frio demasiado logo abrandou o entusiasmo, para então deixarmos para trás essa primeira parte do passeio. Ladeira abaixo, nos dirigimos até ao <strong>Chalé do Clé</strong>. Simplesmente uma das moradas mais interessantes de todo o percurso. Outra bela vista. Mais fotos e algumas compras dos quitutes locais. Uma parada merecida.</p>
<div id="attachment_92" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-92" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/06/dsc01076-300x225.jpg" alt="Chalé do Clé " width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Chalé do Clé </p></div>
<div id="attachment_93" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-93" src="http://www.dubiella.com.br/wp-content/uploads/2009/06/dsc01036-300x225.jpg" alt="Pedra Furada - Cartão Postal da Serra" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Pedra Furada - Cartão Postal da Serra</p></div>
<p><strong>Serra do Corvo Branco</strong>! <strong>Serra do Rio do Rastro</strong>! Nossos próximos destinos, a seguir (acima, aliás),  na parte 2.</p>
<p>[slidepress gallery='94']</p>
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		<title>Sucesso e Fracasso, lado a lado</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2009 19:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dubiella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem passou pela rodovia Antônio Heil nesse primeiro sábado de maio deve ter ficado impressionado pela profusão de carros e pessoas circulando no trajeto que compreende os maiores centros comerciais da cidade – FIP e Stop Shop – numa demonstração de que, pelo menos por enquanto, nada de crise à vista. Todavia, a aglomeração de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem passou pela rodovia Antônio Heil nesse primeiro sábado de maio deve ter ficado impressionado pela profusão de carros e pessoas circulando no trajeto que compreende os maiores centros comerciais da cidade – FIP e Stop Shop – numa demonstração de que, pelo menos por enquanto, nada de crise à vista. Todavia, a aglomeração de carros e pessoas demonstrava não apenas o aquecimento econômico, mas também, para variar, a desorganização do trânsito na cidade.</p>
<p>A fila de carros, vindos de Itajaí, se estendia desde a primeira rotatória próxima à  empresa Aradefe até os centros comerciais. Todos esperando numa fila quilométrica em função dos clientes que circulavam entre os dois estabelecimentos, na faixa de pedestre ali existente. Nenhuma autoridade policial organizava o trânsito e motoristas querendo sair ou entrar dos estacionamentos próximos tumultuavam ainda mais a via.</p>
<p>Reconhecidamente, ambos os empreendimentos são considerados exemplos de negócios bem sucedidos, que mudaram a área comercial da cidade, melhorando o nível do turismo de compras e tornando Brusque um destino bastante procurado por visitantes de outras cidades catarinenses e até de outros estados. Geram centenas de empregos e divisas para o município. E também, obviamente, geram lucros. Não seria o caso de investirem uma fração dos lucros em uma passarela coberta, acessível e confortável, para os clientes circularem entre os dois complexos comerciais?</p>
<p>Como se trata de uma rodovia, onde trafegam cargas e ônibus &#8211; que nada tem à ver com o turismo de compras &#8211; poderiam unir-se e junto com os órgãos públicos competentes, debaterem a questão. Talvez até já tenham feito isso e esteja nos seus planos fazer algo à respeito. Seria conveniente garantir, tão logo seja possível,  o fluxo contínuo na rodovia, controlando-se, claro, a velocidade máxima, mas evitando-se a desorganização costumeira em dias de maior movimento. Todos teriam a ganhar.</p>
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